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Portaria Remota Peter Graber

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5 dicas de como evitar a proliferação do coronavírus em condomínios

Autor: Comentários desativados em 5 dicas de como evitar a proliferação do coronavírus em condomínios

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus no Brasil, todos os dias os cidadãos recebem orientações para evitarem exposições supérfluas e permanecerem em casa, se possível, com a intenção de frear a disseminação da doença. Contudo, muitas pessoas moram em um espaço de convivência um pouco mais amplo: os condomínios. Cada vez mais populares devido a segurança, esse tipo de morada, seja composta por casas ou apartamentos, exige medidas preventivas reforçadas para que uma pessoa contaminada não espalhe o coronavírus em condomínios, principalmente através das áreas comuns, como playgrounds, salões de festa, piscinas, academias, churrasqueiras, entre outros. Para evitar isso, a administração do condomínio, juntamente com o síndico, precisam estabelecer novas diretrizes por conta da pandemia e verificar se os moradores estão seguindo-as.

Porém, muitas dúvidas surgem sobre o que os síndicos podem realmente aplicar em seus condomínios e quais as melhores estratégias para o combate ao vírus. Por isso, preparamos este texto para tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!

O que os síndicos podem ou não fazer para combater o coronavírus em condomínios?

Seguindo as orientações de isolamento dos órgãos competentes, muitos síndicos podem pensar ser uma boa ideia proibir a circulação de pessoas. Mas vale lembrar que a administração do condomínio não tem um poder como o policial, e não pode proibir ou limitar o movimento de moradores, estejam eles com sintomas de gripe ou suspeitas de estarem infectados pelo novo vírus. Há diversas situações que o direito de circulação deve ser respeitado, como não proibir a utilização do elevador ou de espaços comuns por suspeitos ou confirmados de infecção pelo coronavírus, nem impedir o acesso de familiares ou prestadores de serviços dos moradores as unidades. Por conta dos síndicos terem pouco poder de veto de movimentação de condôminos, o que o condomínio pode investir é na conscientização dos residentes e pedir bom senso diante da situação atual. Porém, se um morador confirmado para Covid-19 insiste em continuar utilizando a piscina ou a academia por exemplo, advertências e multas podem ser empregadas, e, em último caso, acionamento da Justiça, sob acusação do condômino contrariar a ordem médica e atentar contra a saúde pública. 

Entretanto, antes de tomar medidas judiciais, existem muitas outras atitudes que síndicos podem tomar para ativamente prevenir a contaminação por coronavírus em condomínios. Acompanhe a seguir 5 dicas importantes que você deve aplicar no seu residencial:

Conscientize os moradores

Talvez o principal e mais difícil passo para a adesão total do condomínio ao isolamento social é a conscientização dos moradores. Dar o maior número de informações possíveis sobre os cuidados e práticas que devem ser imediatamente adotadas é o melhor caminho para mostrar comprometimento do condomínio à quarentena e engajar os residentes a fazer o mesmo. Uma dica é confeccionar ou reproduzir materiais informativos com as orientações determinadas pelos órgãos oficiais de saúde para os residentes e distribuir nos principais pontos do residencial, com panfletos nas entradas, em murais de avisos e cartazes em elevadores. São atitudes simples, mas muito eficientes, que podem auxiliar na diminuição de casos e evitar um surto de coronavírus em condomínios.

Instale pontos de álcool em gel para combater o coronavírus em condomínios

Um dos principais itens usados para a higienização das mãos e combate ao Covid-19 é o álcool em gel. E ele, a partir dessa pandemia, deve sim fazer parte do cotidiano do condomínio. Para isso instale pequenos dispositivos de álcool em gel espalhados pelos espaços comuns, como academia, elevador, hall de entrada e outros acessos.

 

Tenha mais cuidado com a limpeza

Um condomínio, em qualquer situação normal, possui diversos locais com movimentação intensa de pessoas e, mesmo durante o isolamento, ainda podem ser áreas com risco de contaminação. Para evitar o pior cenário, oriente e treine o procedimento correto de higienização com a equipe de limpeza, para dedicarem uma atenção especial à desinfecção de corrimões, maçanetas, botões do elevador, áreas de acesso de pessoas e aos brinquedos de uso comum do playground.

Use a norma condominial

Como já foi dito anteriormente, nem a administradora do residencial, nem o síndico têm o poder para prender um morador suspeito ou confirmado da doença em sua casa. Porém, outras atitudes que podem ser aplicadas são advertências e multas. Para isso, verifique se na norma condominial há essa possibilidade partindo da hipótese de que esse morador estaria atuando com má-fé. Aconselha-se então realizar uma reunião, remota preferencialmente, para, de forma coletiva, decidir e deliberar as regras que as advertências e multas devem seguir para serem aplicadas, sempre usando a lei como norte.

Conte com a Portaria Remota

Os progressos tecnológicos tem se mostrado indispensáveis para atravessarmos este momento de isolamento social gerado pelo novo coronavírus. Pensada inicialmente para conter ameaças de assaltos por meio da rendição, muito comuns em portarias convencionais em condomínios, a solução de Portaria Remota tem se mostrado eficaz também neste período de quarentena. O sistema remoto aplicado na Portaria Remota pode evitar a disseminação do coronavírus em condomínios pelo fato de descartar a possibilidade de contato físico dos profissionais da segurança com os moradores, garantindo a proteção dos trabalhadores e dos residentes, sobretudo os idosos e integrantes do grupo de risco de contágio.

O aplicativo para smartphone específico para esse modelo de sistema é outro excelente instrumento que permite síndicos, zeladores e moradores realizarem vários serviços de maneira simples e remota, como por exemplo, a realização de Assembleias Virtuais, acesso a relatórios, documentação, mural de recados, 2ª via de boletos e muitas outras facilidades apenas com o celular em mãos. Além de todas esses recursos, este sistema aumenta o controle dos transeuntes no residencial, diminuindo contágios e tornando o local mais protegido.

Gostou dessas dicas para evitar a proliferação do coronavírus em condomínios e além disso, gostaria de migrar para uma solução de segurança que também promove o isolamento social por meio da tecnologia de ponta? Então você precisa da Portaria Remota da Peter Graber, o melhor sistema de segurança condominial do mercado. Entre em contato com os especialistas da Peter Graber e agende uma avaliação conosco.

Confira as regras e cuidados do playground do condomínio

Autor: Comentários desativados em Confira as regras e cuidados do playground do condomínio

Para que os moradores possam se divertir sem precisar sair de casa, os condomínios apostam em diversas opções de lazer, como academia, piscina, playground infantil, espaço gourmet, entre outros. O playground do condomínio é uma área comum de diversão, normalmente ao ar livre, especificamente criado para crianças e adolescentes estimularem a prática de brincadeiras e atividades corporais. Mas para manter um espaço deste no condomínio, é importante seguir regras e condutas específicas para resguardar os mais vulneráveis a acidentes.

Quer saber mais sobre como instalar um playground em seu residencial, e quais os cuidados que devem ser tomados para garantir a alegria das crianças do condomínio? Então acompanhe este texto até o final e descubra!

O que você precisa saber na hora de instalar um playground no condomínio

Se o seu condomínio ainda não tem um playground infantil, antes de levantar o assunto para votação, é recomendado que o síndico responsável solicite diversos orçamentos. Sempre meça a área em que será construída o playground do condomínio, pois as medidas são essenciais para as cotações das empresas. Profissionais especializados alertam que o espaço do playground deve ser grande o bastante para uma organização planejada, que leve em conta diversos fatores como, por exemplo, a medida para a passagem de um grande número de crianças entre um brinquedo e outro.

Os brinquedos de playgrounds mais comuns são os de plástico com estrutura de metal, devido a sua durabilidade, ou feitos de madeira, por harmonizar com projetos de paisagismo atuais. Na hora de orçar a instalação, boa procedência e segurança precisam ser consideradas. Os equipamentos devem ser fabricados sem a adição de produtos tóxicos, cumprirem as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), além de possuírem certificação dos órgãos fiscalizadores, como o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

Ainda existem outras questões que precisam ser levadas em consideração, não só no processo de instalação do playground, mas também durante o seu uso no condomínio.

Vamos mostrar a seguir, os aspectos essenciais que merecem atenção em seu playground:

Piso especial

Crianças querem correr e pular sem parar, principalmente no playground do condomínio. Por isso, um detalhe especial no projeto é o tipo de chão ideal para evitar incidentes. Invista em opções com amortecimento, como areia, espumas ou gramado sintético.

Rotina de manutenções preventivas no playground do condomínio

Em meio a diversão dos pequenos, que ainda não desenvolveram totalmente suas habilidades de coordenação motora, brinquedos com algum dano por falta de manutenção podem facilmente causar acidentes como quedas, cortes, arranhões ou machucados.

Portanto, além da limpeza periódica, a manutenção cuidadosa da área infantil deve ser incluída na lista de afazeres diários, ou no máximo semanais da administração do condomínio. De modo geral, a vistoria deve ser realizada atenciosamente pelo zelador ou síndico, com o auxílio de um checklist de itens que foram vistoriados e consertados, sendo posteriormente assinado e arquivado pelo responsável. 

Os aspectos de manutenção que precisam ser considerados numa lista de rotina englobam parafusos ou pregos soltos, pequenas quebras, encaixes, chumbamento dos brinquedos, piso muito escorregadio, entre outros. Caso o playground seja com caixa de areia, ela precisará de uma higienização especial contra contaminações de bactérias e fungos, algo essencial para condomínios com muitos animais de estimação.

É sempre bom ter em mente que todo tipo de danificação ou deterioração no playground do condomínio é responsabilidade da administração e cabe ao síndico arcar civil e criminalmente por incidentes gerados por ausência de conservação dos espaços comuns. Em residenciais novos, a responsabilidade pelos equipamentos é de cinco anos. Se algum brinquedo apresentar defeito, o síndico é responsável por substituí-lo ou consertá-lo o mais rápido possível.

Horários específicos para uso

Os sons altos em áreas para crianças podem ser vistos como um problema entre alguns vizinhos. Cada residencial tem a sua própria rotina, por isso é necessário definir um horário para a utilização do playground do condomínio, para que itens que precisam de mais cuidado, como a caixa de areia, possam ser conservados. O período de funcionamento deve ser definido durante reuniões de moradores, sendo escolhido geralmente o horário entre 9h e 20h para a diversão dos pequenos.

Regras visíveis e segurança

Para evitar contratempos no playground, o ideal é que o residencial tenha normas especiais para a utilização dos instrumentos. Poucos conhecem, mas há uma cartilha de regras específicas para a instalação do playground infantil e regulamentação de segurança definidas pela ABNT. Porém, além de regras básicas, como a de que menores de 12 anos não podem usar o playground desacompanhadas de um adulto, é essencial que as regras de uso interno sejam claramente definidas em reuniões no condomínio. A aprovação da norma é feita em assembleia, na presença da grande maioria dos moradores, e deve ser fixada de forma visível no playground.

Essas regras servem basicamente para garantir a segurança das crianças enquanto usam os equipamentos do playground, mas somente elas não são suficientes para evitar acidentes. Uma forma verdadeiramente efetiva de proteger não só os pequenos, mas todos os moradores, é apostar num sistema de monitoramento condominial por câmeras. Além de ser extremamente efetivo contra invasores, a vigilância remota pode identificar descuidos no uso dos equipamentos e desrespeitos à norma do playground, servindo de ferramenta para o síndico corrigir assertivamente o problema. Vale lembrar que nesta fase da pandemia do Covid-19, é importante que o espaço do parquinho fique fechado para evitar aglomerações. 

Gostou de saber tudo sobre a instalação e funcionamento de um playground do condomínio? A Peter Graber sempre traz para você as melhores dicas e soluções para a sua empresa, a sua casa e seu residencial. Então entre em contato, fale com um de nossos especialistas e conheça tudo que a Peter Graber pode te oferecer!

5 diferenciais de segurança ao implementar a Portaria Remota

Autor: Comentários desativados em 5 diferenciais de segurança ao implementar a Portaria Remota

Nas grandes cidades, escolher morar em um condomínio já é uma excelente aposta na segurança, porém, com a crescente violência urbana, é sempre bom investir cada vez mais na proteção da casa e da nossa família. Neste cenário, a Portaria Remota é atualmente a melhor aliada na segurança de muitos prédios e condomínios na país, se destacando como uma solução eficaz e econômica para residenciais dos mais diversos tipos e tamanhos.

Se você ainda tem dúvidas sobre como este sistema altamente tecnológico funciona e quais são as principais diferenças em relação a uma portaria convencional, continue lendo este texto. Aqui nós vamos mostrar porque este é o sistema mais seguro para o seu condomínio.

O que é a Portaria Remota?

Em geral, esta portaria tem um funcionamento similar e monitora tão bem quanto um porteiro presencial. A diferença fundamental é que a figura física do porteiro é substituída por sistemas eletrônicos, que acompanham os acessos de saída e entrada do seu prédio ou condomínio por meio de câmeras e uma rede de internet. Essas imagens são enviadas para uma central protegida, onde especialistas em monitoramento observam e gerenciam a distância todas as ações realizadas no condomínio. Esta solução impede um dos métodos mais comuns utilizados por criminosos, a rendição e coerção do porteiro, garantindo um grande aumento em segurança condominial, uma vez que o porteiro estará na central. Em suma, a Portaria Remota é um sistema extremamente moderno e tecnológico de monitoramento 24 horas de alarmes, câmeras e controle automatizado de acesso.

Agora que você já conhece esta moderna solução para condomínios, saiba a seguir os principais aspectos que diferenciam e melhoram este sistema em relação a portaria convencional.

O Porteiro

Um porteiro diariamente exerce diversas demandas e funções, como atendimento de condôminos, saída e entrada de veículos, controle de visitantes, gerência de prestadores de serviço e recebimento de correspondências. O excesso de trabalho gera consequências prejudiciais para a segurança do condomínio, algo completamente oposto no serviço de Portaria Remota. Isso porque os profissionais que operam a central de monitoramento, além de atuarem em revezamento periódico, são treinados para controlar o sistema e têm qualificação para reagirem corretamente a ameaças e situações de risco. Como resultado dessa inovação, o monitoramento torna-se permanente e elimina a necessidade de contratação de, no mínimo, quatro funcionários para a portaria, diminuindo muito o custo de toda a operação e de taxas condominiais.

Controle do fluxo de pessoas em condomínio com Portaria Remota

O controle da entrada e saída de moradores, visitantes e prestadores de serviço é um dos pontos mais positivos da Portaria Remota em relação a portaria comum, pois a aplicação de alta tecnologia no sistema faz com que os acessos se tornem muito mais seguros e rápidos. A entrada de moradores por exemplo, é feita de forma totalmente automática, por meio de tags, senhas e biometria.

Para o acesso de funcionários, a recomendação é que o condomínio registre todos os contratados e conceda para eles uma forma de entrada, seja por biometria, tags ou senhas. Entretanto, é importante lembrar que cada condomínio define o seu próprio procedimento para este acesso.

Já a entrada de visitantes segue o seguinte procedimento: logo que o convidado interfona e informa o imóvel que deseja visitar, ele é monitorado pelas câmeras na central de atendimento. O funcionário treinado entra em contato com o morador, permitindo ou não o seu acesso. Apenas depois da autorização é que o operador pode liberar a entrada do convidado, abrindo remotamente os portões.

Entrada e saída de veículos

Para que a abertura dos portões seja realizada da forma mais ágil e segura, os moradores contam com controles de portões com sistema anticlonagem, sempre contando com o monitoramento à distância da central.

Aplicativo para celular

Outra inovação deste sistema é o aplicativo para smartphones que permite você controlar remotamente o acesso do seu condomínio, autorizar e visualizar em tempo real a entrada e saída de pessoas com as imagens das câmeras, reservar áreas comuns e muito mais. Por exemplo, a liberação do acesso de visitantes é realizada através de chaves virtuais. Com ela, o próprio morador cadastra os dados do convidado de maneira simples e prática, e envia um convite para que o visitante ou funcionário possa acessar o interior do condomínio. Este procedimento se torna mais seguro do que numa portaria convencional pois a chave só se torna válida quando o visitante estiver a uma distância pré-determinada das áreas de acesso, além de só poder ser usada pelo visitante cadastrado que recebeu o convite, impossibilitando a sua clonagem.

Sistema integrado de câmeras e alarmes

A solução de Portaria Remota não estaria completa sem o monitoramento e controle integrados ao sistema de alarmes e câmeras do residencial. O serviço de portaria da Peter Graber, por exemplo, conta não só com a vigilância perimetral, mas também com alarmes de incêndio do tipo “quebra vidro”, ronda noturna motorizada e ronda virtual pelo circuito interno de câmeras, garantindo a segurança plena e constante do condomínio e seus moradores.

Essas são apenas algumas das vantagens e melhorias que podem ser implementadas no seu residencial migrando para esta moderna solução em portaria. Se você quer saber mais, conheça a Portaria Remota da Peter Graber, um sistema que conta com os melhores equipamentos, moderna infraestrutura e funcionários treinados e capacitados para a segurança do seu condomínio. Entre em contato com os especialistas da Peter Graber e conheça mais dos nossos serviços!

Condômino inadimplente: quais são seus direitos e deveres?

Autor: Comentários desativados em Condômino inadimplente: quais são seus direitos e deveres?

Conviver em comunidade muitas vezes significa encarar alguns desafios de percurso. Em um cenário de crise, diversas pessoas estão sofrendo problemas financeiros ou perdendo seus empregos, e, consequentemente, isso afeta diretamente na pontualidade da quitação das taxas de condomínio. Se você for síndico, lidar com um condômino inadimplente pode ser difícil, pois isso também afeta a vida dos moradores que pagam corretamente. Sendo assim, para te ajudar na resolução desse problema, criamos este texto com tudo que você precisa saber na hora de lidar com a inadimplência em seu condomínio.

Previna a inadimplência condominial

É sempre melhor prevenir do que remediar. Por isso, a primeira dica de como o síndico pode evitar a inadimplência no condomínio é manter as finanças bem organizadas, observando atentamente todas as arrecadações de taxas, sem exceção. O síndico pode adotar a prática de notificar com antecedência os moradores, por e-mail, carta ou outro meio, sobre o vencimento das mensalidades. Quanto mais cedo o síndico identificar o problema, melhor será o controle do tamanho do déficit do morador e mais agilmente se evitará que uma dívida se torne uma bola de neve para o condomínio. É indispensável neste caso que o residencial tenha um fundo de reserva para cobrir as contas numa situação de inadimplência. Este caixa servirá para aliviar os gastos com serviços de emergência e consertos não previstos, sempre lembrando que os valores retirados do fundo precisam ser repostos com prioridade.

Uma forma bastante inovadora de impedir a inadimplência é reduzir a taxa do condomínio através da Portaria Remota. Este tecnológico sistema de segurança, além de ser mais seguro, diminui em até 60% os custos com portaria, valor que pode ajudar o condomínio a reduzir o valor cobrado aos moradores, enquanto melhora a segurança do residencial.

Outro ponto é que a convenção condominial deve conter normas específicas do procedimento em caso de um condômino inadimplente. Se não as contém, a solução é convocar uma reunião de assembleia para definir, junto com os moradores, as penalidades aplicáveis. É essencial que todos determinem e concordem em conjunto com as ações estabelecidas, como o prazo de notificação para inadimplentes, o valor cobrado dos juros pelo atraso, e quando é possível fazer uma cobrança na justiça. Nesse aspecto, é fundamental que o regimento e a convenção condominial sejam analisadas por especialistas para evitar quaisquer ilegalidade contra os direitos dos devedores. A aprovação na reunião de assembléia se dá pela votação de ⅔ dos moradores.

Mas, e se o condomínio já tiver inadimplentes?

Prevenir é essencial, mas se as dívidas já forem uma realidade no condomínio? A não quitação das cotas condominiais geram impactos financeiros em todos os moradores, pois seguranças, funcionários e manutenção são pagos com a verba acumulada e, quando há uma queda de arrecadação, os demais terão que cobrir a falta deixada pelos vizinhos inadimplentes. No primeiro momento, o síndico deve agir rápido, com entendimento das normas e das finanças, empatia, comunicação e persuasão. Agende um encontro, converse amigavelmente com o devedor, tente entender o motivo do atraso no pagamento, qual a condição do condômino e como vocês podem reverter essa situação.

Se o pagamento do condomínio for atrasado, o residente tem, seguindo as normas da convenção do residencial, um prazo de 30, 60 ou até 90 dias para quitar a dívida do mês, com multa de 2%, juros de 1% ao mês e mais o valor da inflação do tempo de atraso.

Como funciona o processo de cobrança judicial?

Se um acordo não for realizado, a saída é tentar resolver a questão no âmbito jurídico. No passado, fazer uma cobrança do condomínio na justiça era extremamente burocrática e levava anos para a sua resolução. Porém, desde 2016, graças ao novo Código de Processo Civil (CPC) o julgamento ocorre de uma maneira muito mais rápida.

Para começar um processo, o condomínio deve atestar a dívida, reunindo atas de assembléias e recibos de atraso, com a ajuda de um advogado. Caso o juiz decida em favor do residencial, o condômino inadimplente condenado no Tribunal de Justiça deverá quitar as dívidas condominiais determinadas pelo juiz no prazo de 3 dias. Se não houver o pagamento, o valor será penhorado da conta bancária do morador e, caso não haja dinheiro no banco, seus patrimônios, como a casa, por exemplo, serão leiloados.

O que o condômino inadimplente pode ou não pode fazer?

Ainda há muitos questionamentos sobre o que o condômino inadimplente pode ou não fazer diante da lei. Por isso, respondemos abaixo três dúvidas comuns entre síndicos e moradores sobre esta situação.

Ele pode participar de assembleia?

Variando de acordo com o que é dito na convenção e no regimento interno do condomínio, o devedor pode ser proibido de integrar as reuniões. Em todo o caso, o condômino inadimplente não pode votar em assembleia geral, conforme determinação do artigo 1.335.

Ele pode usar áreas comuns?

Mesmo sendo uma prática comum, o morador com mensalidades atrasadas não pode ser proibido de utilizar as áreas comuns do residencial, como salão de festas, brinquedoteca, piscina ou elevadores. Ter esse direito negado ao condômino pode fazê-lo mover um processo contra o condomínio.

Ele pode se tornar síndico?

De acordo com o artigo 1.335, apenas os moradores quites têm o direito de votar e deliberar em assembléia. Dessa forma, devedores não podem exercer a função de síndicos, pois eles não poderiam conduzir uma reunião de moradores e muito menos, por choque de interesses, ser autores e réus em uma ação judicial por inadimplência.

Agora que você já sabe como evitar e resolver problemas causados por um condômino inadimplente, que tal tomar a iniciativa de diminuir custos e melhorar a segurança do condomínio fazendo a migração para a Portaria Remota? A solução da Peter Graber conta com os melhores equipamentos e funcionários treinados para atender todos os tipos de residenciais. Gostou? Então entre em contato conosco e conheça mais dos nossos serviços!

Confira 5 vantagens da Assembleia Virtual de condomínio

Autor: Comentários desativados em Confira 5 vantagens da Assembleia Virtual de condomínio

Muitos síndicos sabem que fazer os moradores participarem das assembléias do condomínio não é uma tarefa simples. E com o mundo passando por tempos de reclusão, fazer assembleias presenciais não é uma possibilidade. A saída mais fácil e prática para essa situação é usar o aplicativo da Peter Graber para realizar reuniões e Assembleia Virtual de condomínio. Além disso, o aplicativo oferece outras facilidades para a gestão do condomínio nesta época de cuidados contra o Coronavírus. Quer conhecer todas as possibilidades e vantagens que a assembléia virtual pode trazer para o seu residencial? Então este texto foi feito para você!

Como funciona a Assembleia Virtual de Condomínio?

O desinteresse de uma parcela de moradores e a rotina acelerada do dia a dia costumam esvaziar cada vez mais os encontros, deixando importantes decisões nas mãos de poucos. Isso faz com que em uma grande parcela de condomínios, o modelo atual de assembleias presenciais não funcione. E para resolver todos estes problemas, foi elaborada a assembléia virtual, criada para melhorar a administração e a tomada de decisões do residencial. Para condomínios que já têm a nossa solução de Portaria Remota instalada em suas dependências, se reunir remotamente é muito simples: Os moradores que têm o registro e o acesso no aplicativo podem participar e sugerir votações e debates a qualquer instante, sem precisar estar em um local com data e hora marcada.

Lembrando que, segundo o artigo 1.350 do Código Civil, não há qualquer proibição na lei à implantação de um sistema virtual de assembléias de condomínio. O que pode ocorrer são citações na norma condominial de que os encontros sejam necessariamente presenciais. Caso ocorra esse tipo de proibição na convenção do condomínio, o síndico pode sugerir a mudança do documento, algo que demanda a aprovação de, no mínimo, ⅔ dos residentes.

Agora que você já sabe como essa alternativa digital funciona, confira todos os benefícios da Assembleia Virtual de Condomínio.

Aumento na participação

Talvez a maior vantagem desse tipo de assembléia seja o crescimento considerável de presença dos condôminos. Isso se deve principalmente pela comodidade de interagir com os outros moradores na sua própria casa e a facilidade de comunicação através de um aplicativo no seu smartphone.

Reuniões com mais foco

Vale lembrar que uns dos maiores motivos para a baixa participação dos residentes em assembléias do condomínio são aquelas discussões sobre assuntos fora da pauta, como debates de cunho pessoal, o custo de dinheiro e tempo na organização dos encontros. O síndico aumenta a objetividade e o foco com a assembléia virtual pois, através do aplicativo, os condôminos podem sugerir, debater e votar de forma ordenada e sem conversas desnecessárias.

Melhoria na convivência diária

É bem conhecido que, dentro de um condomínio, os moradores decidam e apliquem as melhores soluções para o coletivo, quando decidido de forma democrática. Logo, se a Assembleia Virtual de Condomínio aumenta a presença e a atuação dos residentes, as deliberações serão mais participativas, gerando menos desentendimentos, boatos e insatisfação entre os condôminos. O resultado final dessa cooperação é uma melhora significativa na convivência diária entre os moradores.

Mais transparência nas decisões

Outra função da Assembleia Virtual de Condomínio que permite a maior concordância e respeito pelas deliberações do coletivo é a disponibilidade integral para os residentes de todas as atas das eleições, debates e contratos. Essa administração condominial mais transparente é feita de uma maneira muito simples: basta o síndico registrar a ata em cartório no fim de cada assembléia e posteriormente adicioná-la no aplicativo.

Muitas outras vantagens incluídas na Assembleia Virtual de Condomínio

A Assembleia Virtual de Condomínio é uma ótima ferramenta de participação condominial dentro de um enorme pacote de vantagens dentro do sistema de Portaria Remota. A solução de segurança da Peter Graber permite comodidade, agilidade e economia em um aplicativo 100% online com atendimento especializado e respeito ao cliente. Se você é síndico, poderá ter acesso a relatórios, cadastro completo do condomínio, leituras de gás e água, além de poder gerir contratos, documentos, manutenções preventivas e muito mais através do celular. Para moradores, o aplicativo para Android e iOS da Peter Graber oferece agendamento de áreas comuns, mural de recados, 2ª via de boletos, previsão de visitas, chave virtual e diversas outras funções na palma da mão.

Ficou interessado em ter a melhor opção de gerenciamento condominial, não só para esta época de confinamento, mas para estabelecer de vez a Portaria Remota em seu prédio ou residencial? Então entre em contato com os especialistas da Peter Graber e conheça mais sobre os benefícios da Assembleia Virtual de condomínio.

 

7 Dicas para usar a garagem do condomínio sem atritos com moradores

Autor: Comentários desativados em 7 Dicas para usar a garagem do condomínio sem atritos com moradores

A vaga na garagem do condomínio é um dos espaços mais usados pelos moradores, o que o torna também um dos maiores motivos para conflitos entre vizinhos. Por isso, preparamos este artigo para, não só esclarecer os tipos de vagas que podem existir no condomínio e suas regras de uso, mas também dar dicas para moradores e síndicos de soluções para diversas situações na garagem que podem gerar discórdias entre moradores. Acompanhe!

Tipos de vagas na garagem do condomínio

Antes de tudo, é preciso entender os diversos tipos de vagas que podem existir em um condomínio, e quais são as regras específicas que cada uma deve seguir. O Código Civil define 3 tipos de vagas: 

Vaga Autônoma é privada e propriedade individual do morador, pois possui uma matrícula própria no Cartório de Registro de Imóveis. Pode ser vendida separada da unidade, se a convenção do condomínio permitir.

Vaga Vinculada também é propriedade privada e individual do condômino, mas não pode ser vendida separadamente ao imóvel, já que não possui matrícula própria.

Vaga Comum faz parte da área comum do condomínio e os moradores têm apenas o seu direito de uso. Não é propriedade de nenhum condômino, logo não pode ser vendida e seu uso deve seguir as normas internas do residencial.

É muito importante e dever do futuro morador se informar sobre o funcionamento da garagem do condomínio antes de comprar o imóvel, pois, após realizada a compra, será muito difícil reclamar de algo caso a vaga não seja do seu agrado.

Regras para o uso das garagens são essenciais

Se as leis internas do condomínio não abrangem as vagas da garagem, é necessário convocar uma reunião de assembleia para formular essas normas. Lembrando que elas deverão ter por base a realidade do residencial e o bom senso, e só poderão ser aprovadas com o voto da maioria, com o quórum de dois terços dos moradores.

Tendo isso em mente, acompanhe 7 dicas de como resolver alguns problemas bem comuns na garagem do condomínio e como definir regras para evitá-los.

Defina de quem são as vagas

Existem vários métodos para definir o uso das vagas comuns do condomínio. Se o número de vagas for igual a quantidade de moradores com automóvel, pode-se realizar um sorteio para definir o usuário de cada um dos espaços, sendo possível também realizar um rodízio periódico dos lugares. Neste caso é importante o síndico conceber vagas de fácil acesso a moradores com deficiências físicas ou idosos, pois, mesmo que essa prática seja opcional, garante o bem-estar entre a comunidade. Além do sorteio, há residenciais em que o condômino estaciona na vaga que estiver livre no momento, sem predeterminação.

Porém, se o número de vagas for menor do que o número de carros do condomínio, a convenção poderá determinar que o uso será livre enquanto houver vagas disponíveis, sempre considerando que esse critério deve ser justo e respeitar o direito igual de todos os moradores sobre as áreas comuns.

E se o carro for maior que a vaga?

Atualmente no mercado, existem diversas opções de carros grandes e caminhonetes. E como as medidas das vagas de garagem do condomínio são padronizadas, é dever do morador conhecer a área antes de se mudar. Sendo assim, a responsabilidade por ultrapassar os limites da vaga é do proprietário do automóvel, por usar indevidamente uma área que usualmente serve para manobra e passagem de outros veículos. Logo, se um carro não cabe no espaço, ele não deve ficar na garagem.

Evite confusões com vagas presas

Uma situação incômoda, mas bem comum em condomínios mais antigos, são as chamadas vagas presas. Um cenário que vem se revertendo em edificações atuais, pois a legislação da maioria das cidades já proíbe as construtoras de projetar esses vagas para moradores diferentes. Porém, se este não é o caso do seu condomínio, pedir para o vizinho retirar o carro todas as vezes que você precisar entrar ou sair da garagem não é a melhor opção. Algumas medidas que podem resolver o problema incluem deixar o veículo solto para permitir ser empurrado, ou deixar uma chave reserva do carro para o vizinho de vaga. Uma solução mais confortável pode ser incluir um manobrista na garagem do condomínio.

Não estacione na vaga de outro

Embora seja lógico que cada morador deve estacionar na sua vaga, há aqueles que insistem em parar no espaço alheio. Neste caso, o síndico deve conversar com o infrator e, caso a atitude continue, é necessário aplicar as advertências e multas definidas na norma, para a prática não se tornar comum. Se convidados de um morador estacionam na vaga de outros condôminos, o mesmo procedimento deve ser feito. É interessante também realizar campanhas, com recados no quadro de avisos e cartazes para esclarecimento. Outra forma de resolver de vez o problema, é usar o grupo de Whatsapp do residencial para a “reserva” de vagas entre os condôminos. Quando alguém pretende viajar, avisa no grupo e coloca sua vaga à disposição para moradores que receberão visitas no condomínio.

Posso estacionar motos e bicicletas na vaga?

O estacionamento de motos é permitido, desde que respeitando as demarcações da vaga.  O mesmo vale para residenciais que permitem a permanência de bicicletas na área de carros. Porém, se a prática não for permitida no condomínio, pode-se avaliar em assembleia a possibilidade de demarcação de vagas para motos e também a instalação de um bicicletário.

Não transforme sua vaga em um depósito

Vagas na garagem devem ser usadas apenas para guardar automóveis. O síndico não deve permitir que moradores utilizem a garagem como depósito, pois essa prática prejudica a higiene de toda a área, pode expor crianças a itens perigosos e, se houver algum acidente, o residencial pode ser processado por negligência. Neste caso o síndico deve aplicar rapidamente as medidas previstas na convenção do condomínio, como advertências e multas. Se muitos moradores sentirem a necessidade de espaço para armazenar materiais, pode ser interessante o condomínio instalar os chamados “home box”, áreas separadas das unidades para guardar objetos.

E se houver danos aos carros na garagem?

Segundo a lei, o condomínio só é responsabilizado por danos aos veículos na garagem se há um funcionário responsável pela segurança do local. Fora isso, nem a existência de um sistema de vigilância com câmeras e alarmes torna o residencial responsável. Caso o dano, como uma batida ou arranhão, for causado por outro morador, o síndico deve mediar a resolução do problema seguido as normas do condomínio, sem arcar de forma alguma com os eventuais custos da oficina mecânica.

Gostou dessas dicas sobre a garagem do condomínio? Como você pode ver, o síndico é uma figura central para a prevenção e resolução da maioria dos problemas que podem ocorrer no seu residencial. Você pode até pensar em se tornar um síndico profissional, não só do seu, mas de outros condomínios. Por isso, conte sempre com as informações e serviços para condomínios da Peter Graber. Entre em contatos com os nossos especialistas e saiba mais!

FAQ: Perguntas frequentes sobre Portaria Remota

Autor: Comentários desativados em FAQ: Perguntas frequentes sobre Portaria Remota

Com o aumento da violência nas grandes cidades, é sempre desejável proteger cada vez mais nossa casa e nossa família. Optar por um condomínio já é um ótimo investimento de segurança, porém é preciso pensar sempre em melhorar a proteção do residencial, para não deixar brechas que podem ser usados por criminosos. Neste contexto, a Portaria Remota vem se mostrando uma solução eficiente e econômica de segurança para os milhares de condomínios no Brasil que já aderiram ao sistema. Mesmo assim, uma portaria tão tecnológica como essa gera muitas dúvidas em síndicos e condôminos que estão considerando migrar para este método de segurança.

Se você ainda tem muitas dúvidas sobre esse assunto, iremos responder a seguir os principais questionamentos, não só de moradores que estão tendo o primeiro contato com a tecnologia, mas também de novos síndicos e funcionários sobre este tipo de portaria.

Como funciona uma Portaria Remota?

De forma geral, esta portaria funciona do mesmo jeito que uma convencional com porteiro físico. A principal mudança é que a figura do porteiro é substituída por um funcionário treinado e especializado que fica em uma central de atendimento, um ambiente protegido e seguro, gerenciando a distância todas as operações relativas ao condomínio. Isto garante o aumento em segurança, pois elimina a chance de coerção ou rendição do porteiro, umas das principais táticas usadas por bandidos. Resumindo, a Portaria Remota é um sistema altamente tecnológico de controle de acesso automatizado e de monitoramento de câmeras  e alarmes 24 horas por dia.

A Portaria Remota está integrada com o sistema de câmeras e alarmes do condomínio?

Sim, este tipo de sistema de portaria é totalmente integrada e conta com o monitoramento perimetral de câmeras e alarmes, além de ronda noturna motorizada e ronda virtual pelo circuito interno de câmeras. Outra integração do sistema é o aplicativo para smartphone que gerencia a distância o acesso do seu condomínio, visualiza em tempo real quem entra e sai através das câmeras, autoriza a entrada e saída de prestadores de serviços e visitantes, faz reserva de áreas comuns e muito mais.

Como é a entrada e saída de moradores?

Na grande maioria das vezes, o acesso por condôminos é feito de forma totalmente automática, por meio de biometria, tags e senhas. Isto vale também para a garagem, que conta com controles de portões com sistema anticlonagem, garantindo segurança e agilidade no dia a dia do condomínio.

Como funciona a entrada de visitantes, funcionários e prestadores de serviço?

No caso de funcionários, cada residencial definirá um procedimento próprio para o acesso, porém a sugestão é de que o morador registre todos os contratados e que forneça para eles um meio de acesso, seja por biometria, tags ou senhas.

O acesso de convidados, por outro lado, funciona da seguinte forma: assim que o visitante interfona e informa qual unidade deseja visitar, ele é acompanhado pelas câmeras pelo funcionário treinado da central de atendimento, que entra em contato com o morador, autorizando ou não a sua entrada. Somente após a autorização é que o operador liberará remotamente os portões, permitindo o acesso do visitante.

Outra forma bastante simples e tecnológica de liberar o acesso de convidados é por meio de chaves virtuais desenvolvidas para o uso em smartphones. Nele, qualquer visitante ou funcionário poderá entrar nas dependências do residencial mediante a um convite enviado pelo morador. O que torna este método muito seguro é que a chave só é ativada quando o visitante estiver a uma distância pré-definida dos locais de acesso e só pode ser utilizado pelo usuário que recebeu o convite, descartando a possibilidade de clonagem

E se o portão for deixado aberto?

A solução de Portaria Remota da Peter Graber, por exemplo, conta com um sistema formado por 2 portões de acesso de moradores e visitantes, chamado eclusa social. Desse modo, o segundo portão só é liberado quando o primeiro for fechado, resolvendo o problema de portões que são esquecidos abertos, aumentando assim a segurança do condomínio.

Pode haver falhas na Portaria Remota?

A empresa de segurança contratada para implementar a Portaria Remota terá total controle sobre o que está acontecendo no condomínio, através do monitoramento 24 horas por dia e da sua integração de software e hardware. Além disso, no caso de possíveis quedas de energia, um nobreak manterá o funcionamento da portaria até a energia ser restabelecida. Se a falta de energia for prolongada, a empresa enviará uma equipe de apoio operacional ao condomínio, para dar suporte e prosseguir com o funcionamento da portaria e todas as suas funções.

E se a internet cair?

O sistema de Portaria Remota conta com 2 redes de internet relacionadas, um link dedicado e um redundante. Ou seja, se uma dessas redes cair, automaticamente a outra encarrega-se da função. Se acontecer a queda dos 2 links de internet, é encaminhado para o condomínio um profissional treinado para dar todo o apoio, suporte e prosseguimento das funções da portaria manualmente.

Agora que as principais dúvidas sobre a Portaria Remota foram sanadas, que tal começar a considerar a migração para sistema? A solução de Portaria da Peter Graber se adapta a condomínios de todos os portes e conta com uma equipe altamente especializada e equipamentos de última geração, para garantir a total segurança do residencial, da sua casa e da sua família. Entre em contato conosco e faça a sua avaliação.

5 dicas de como melhorar a segurança em condomínios pequenos

Autor: Comentários desativados em 5 dicas de como melhorar a segurança em condomínios pequenos

Para quem busca uma solução de moradia segura para a crescente criminalidade nas grandes cidades, os condomínios sempre foram vistos como a solução ideal. Porém, tem se tornado cada vez mais comuns os assaltos a estes residenciais feitos por quadrilhas cada vez mais especializadas em aproveitar falhas existentes nos seus sistemas de segurança. Por isso, a quantidade de pessoas que buscam aumentar a segurança em seus condomínios atualmente é enorme. Para quem vive em um residencial menor, com poucas casas ou apenas uma torre de prédio, fica a pergunta: é possível aumentar e melhorar a segurança em condomínios pequenos? Se você tem essa dúvida, acompanhe esse texto, pois aqui daremos dicas importantes para garantir que a sua casa e sua família estejam sempre seguras.

Melhore a segurança em condomínios pequenos com estas 5 dicas

Levando em consideração este quadro, além de adotar práticas de segurança que inibam a ação de bandidos, é importante também contar com o suporte profissional sob medida para o seu residencial. Pensando nisso, conheça estas 5 dicas que preparamos especialmente para te ajudar na segurança do seu condomínio:

Monitore o tráfego de pessoas e veículos

Muitos crimes em condomínios ocorrem com a tática de falsificar identificações ou se disfarçar como determinados profissionais, para confundir o morador e fazer ele abrir as portas para o criminoso. Por isso, o controle de visitantes deve ser rigoroso. Todo visitante ou prestador de serviços, como instaladores, fiscalizadores e outros profissionais, devem se identificar e sua presença deve ser autorizada pelo morador. Até mesmo quem solicita a entrega de comida, não deve autorizar a ida do entregador até o seu apartamento, pois, mesmo que isso gere conforto para o morador, o risco para todo o restante do condomínio é alto. Por isso, mesmo que ir até a portaria possa ser trabalhoso para muitos, essa deve ser a prática padrão de segurança em condomínios pequenos.

A garagem é outro grande acesso para quadrilhas especializadas em assalto a condomínios. Por isso, deve-se identificar todos os carros que entram e saem dos portões. Em se tratando de visitantes, deve haver em todos os casos, uma clara autorização do morador para a entrada do veículo, e no caso de moradores, os funcionários da portaria devem abrir a garagem somente mediante ao contato visual com o condômino.

Sendo assim, é fundamental que o controle do acesso de pessoas seja feito por profissionais altamente qualificados, que realizem esse procedimento com discrição e tranquilidade, para evitar constrangimentos com os visitantes, mas também de forma rígida, para garantir a segurança de todos os moradores.

Utilize procedimentos emergenciais

Emergências de segurança em condomínios pequenos podem acontecer a qualquer momento, por isso é importante todos os moradores estarem preparados para este tipo de situação. Neste caso, é apropriado ter senhas e telefones úteis por perto para agilizar a comunicação entre os condôminos e os vigilantes e porteiros do residencial. Estes procedimentos de segurança devem estar devidamente padronizados por meio de manuais e cartilhas elaboradas pelo síndico ou administradora. Este guia deve conter protocolos de segurança personalizados para o condomínio, com estratégias claras de como proceder em qualquer incidente. Por exemplo, este material poderá incluir uma senha de contato com um segurança para pedir ajuda se um condômino sofrer uma tentativa de assalto ou caso ocorra algum problema dentro dos apartamentos. Lembrando que este método pode ser aplicado em condomínio de todos os tamanhos, e deve ser pensado como um protocolo de segurança eficiente e assertivo pelos responsáveis do residencial junto com os moradores.

Defina políticas internas e normas no condomínio

Além de protocolos de emergência, é importante estabelecer um conjunto de regras próprias no condomínio, que envolvam não só moradores como funcionários, a fim de todos terem ações preventivas e corretivas para melhorar a segurança do residencial. Porém, o que torna este processo mais complexo é que muitas vezes ele envolve inevitavelmente mudanças drásticas no comportamento social e cultural de todos os envolvidos. Então, para implementar uma rotina de procedimentos de segurança, primeiramente é preciso formalizá-la adequadamente e dar validade legal, aprovando-a em assembleia e incorporando-a no regulamento interno do condomínio. Em seguida é necessário orientar adequadamente todos os envolvidos, desde moradores até funcionários e equipes de segurança. E o mais importante: faça cumprir os procedimentos determinados por meio de punições adequadas e proporcionais para quem desrespeitar as regras. Pois, para mudar comportamentos indesejados para a segurança do condomínio, é essencial o apoio da administração e um síndico sério, criterioso e respeitado pelos demais.

Terceirize a segurança com uma empresa especializada

Você pode pensar que por morar em um pequeno condomínio, contratar os serviços de uma empresa terceirizada pode significar um aumento significativo dos custos para os moradores. Porém, por contar com estratégias personalizadas, um aparato tecnológico eficiente e uma equipe especializada, esta iniciativa contribui para reduzir custos e aumentar a eficácia da segurança. As soluções de segurança em condomínios pequenos da Peter Graber, por exemplo, contam com atendimento e equipe técnica disponível 24 horas, ronda remota através das câmeras de segurança, além de um exclusivo aplicativo para celulares, feito para facilitar e dar mais controle e autonomia aos sistemas de segurança do condomínio. Essas e muitas outras características de uma empresa especializada em segurança otimiza os custos e o tempo do síndico e de outros funcionários, liberando espaço para se concentrarem em outras necessidades do local, beneficiando a todos.

Utilize sistemas eletrônicos de segurança

Você sabia que muitos problemas de segurança em condomínios pequenos apontados aqui, como controle de fluxo de pessoas e adoção de procedimentos emergências podem ser resolvidos com aplicação de tecnologia de ponta? A solução ideal para o seu condomínio é a migração para a Portaria Remota da Peter Graber, um sistema que diminui os custos com segurança em até 60% com o gerenciamento a distância dos acessos ao residencial. Esta portaria oferece mais tranquilidade para todos, já que a autorização de entrada é feita remotamente. Um identificador é disponibilizado para que a entrada seja liberada para quem trabalha ou mora no local. No caso de não moradores, a identificação é feita por interfone e a equipe de monitoramento confirma se a entrada daquela pessoa é permitida. Essas e muitas outra funcionalidades tornam a portaria remota a melhor opção para condomínios de todos os portes.

Gostou dessas dicas para melhorar a segurança em condomínios pequenos? Gostaria de saber como migrar o seu residencial para a portaria remota? Então entre em contato com os especialistas da Peter Graber e conheça mais sobre os benefícios que esta solução pode te oferecer.

Como lidar com crianças em condomínios residenciais?

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Todo mundo que convive com crianças em condomínios residenciais sabe que elas gostam de brincar, gritar, correr e se divertir. Se você mora em um residencial onde vivem muitas crianças, é bem provável que já tenha visto uma roda de brincadeiras não só nos locais de uso comum, mas também em áreas não convencionais dos prédios. Para alguns moradores isso pode ser sinal de alegria, para outros de incômodo, o que pode gerar conflitos, sobretudo para aqueles que não têm filhos.

Por isso, é responsabilidade dos pais determinar, conversar com os pequenos e fazê-los compreender que o condomínio é um lugar que demanda respeito pelo próximo. Este é um ótimo meio para impedir conflitos maiores.

Outra forma de participar ativamente sobre como as crianças irão brincar e se relacionar com o ambiente compartilhado, é integrá-las cada vez mais aos processos que fazem o condomínio funcionar. Além de também tornar as áreas direcionadas para elas mais atrativas e oferecer atividades diferenciadas com a participação de moradores de todas as idades. Se você quer aprender as melhores formas de tornar as brincadeiras e a diversão das crianças seguras e responsáveis, acompanhe esse texto até o final. Temos ótimas dicas para você!

Aprenda algumas dicas para divertir as crianças em condomínios residenciais sem incomodar os vizinhos

Por serem criadas em um espaço seguro e confortável para os pais, muitas crianças que moram em condomínios sentem que podem brincar a qualquer hora e em qualquer lugar. Porém, os pais precisam conscientizar os seus filhos sobre a importância de não incomodar as pessoas, e o respeito às regras e limites. Se você é pai, mãe ou responsável, eduque os pequenos para isso, pois a responsabilidade pelo comportamento de crianças em condomínios residenciais é sua. Este é o primeiro passo para um convívio harmonioso com os seus vizinhos.

Brincadeiras no apartamento

Nem sempre é possível deixar seus filhos saírem para brincar fora do apartamento, o que pode gerar reclamações dos vizinhos de baixo e acima. Uma dica interessante para os pais é usar um tapete emborrachado nos quartos ou onde as crianças costumam brincar mais. Ele diminui o atrito no chão e assim, abafa o barulho no andar abaixo. Carpetes e tapetes comuns também podem ajudar nessa função. Porém, é importante lembrar que mesmo com tapetes é preciso impedir que a criança faça barulho após às dez horas da noite.

Envolva e conscientize

Um jeito legal e divertido de lidar com a rebeldia de algumas crianças em condomínios residenciais e fazê-las entender sobre seus direitos e deveres enquanto moradores é a eleição de um síndico mirim. Este pequeno síndico ajudará no diálogo com as demais crianças, encontrando acordos e entendimentos com a organização do condomínio. Se você não for síndico(a), converse com ele(a) e peça para separar um espaço na agenda para convocar uma eleição. A escolha deste pequeno líder pode ser bastante divertida para as crianças, que criam uma brincadeira com campanha e eleição, além de ser bem simples de realizar. Basta convidar as crianças, levar canetas, papéis, e uma caixa para colocar os votos. A criança escolhida terá contato com o trabalho do síndico e com as dificuldades diárias do condomínio. Isso ajudará ela a conhecer e ter consciência das regras e da organização do residencial de uma maneira leve e divertida.

Crianças de férias

Pequenos acidentes e problemas com barulho costumam aumentar durante as férias escolares, já que as crianças estarão por mais tempo dentro do condomínio, muitas vezes confinadas no apartamento, esperando a volta dos pais do trabalho. Nesta época, cada residencial deve buscar maneiras de entreter as crianças. É possível expandir e equipar a área de lazer, ou usar o salão de festas no decorrer da semana para realizar jogos, oficinas ou atividades diversas, conduzidos pelos próprios jovens ou adolescentes do condomínio. Quando há espaços vazios, uma dica pode ser criar uma biblioteca e/ou brinquedoteca, com doações dos próprios moradores.

Durante as férias, fale com outros pais e responsáveis por crianças do condomínio para marcarem atividades em grupo, como horários na brinquedoteca e jogos na quadra, sempre observadas por um adulto. Outra alternativa cada vez mais frequente em condomínios é contratar profissionais de recreação ou escolinha de esportes para promover atividades para crianças em condomínios residenciais. Nesta época é interessante também os condomínios tornarem flexíveis regras muito rígidas, como proibir andar de bicicleta nas áreas comuns, por exemplo. Converse com o(a) síndico(a) sobre estas possibilidades.

Seja qual for a sua estratégia para entreter as suas crianças durante as férias, lembre-se: zeladores, porteiros e funcionários do condomínio não têm responsabilidade sobre as crianças. Os pais e responsáveis por elas devem responder pelas ações que descumpram  as normas internas do condomínio, além de estarem sujeitos às penalidades.

Segurança para as crianças em condomínios residenciais 

A melhor forma para deixar os pais tranquilos quando seus filhos brincam nos playgrounds e outras áreas comuns, é saber que o condomínio conta com um sistema de segurança confiável. Ter uma portaria eficiente, com circuitos de câmeras e alarmes, gera bem-estar e tranquilidade não só para as crianças em condomínios residenciais, mas para todos os moradores. Se você está procurando uma solução inovadora para segurança condominial, a Portaria Remota da Peter Graber aumenta o controle de quem entra e sai do residencial, e ainda diminui em até 60% os custos de funcionamento da portaria. Entre em contato com os nossos especialistas e faça a migração do seu condomínio para Portaria Remota da Peter Graber!

Como fazer a mudança para Portaria Remota no condomínio

Autor: Comentários desativados em Como fazer a mudança para Portaria Remota no condomínio

Se você pensa em melhorias em seu condomínio, como uma boa iluminação de LED, bons equipamentos na academia e elevadores mais modernos, com certeza você deve ter pensado em investir na implementação de uma Portaria Remota. Porém, podem existir muitas dúvidas sobre como, se é possível e se vale a pena migrar para uma solução em portaria mais tecnológica que a convencional. Se você pensava em desconsiderar essa possibilidade, acompanhe este texto. A seguir responderemos as principais dúvidas de como implementar o serviço, desde convencer os moradores com os pontos positivos da instalação, o contato com a empresa que oferece este tipo de portaria, até a migração para o sistema.

Quais passos devo seguir para migrar para a Portaria Remota?

Para ajudar você na transição entre a portaria tradicional e a remota, listamos os passos essenciais que você deve seguir para que todo esse processo seja o mais fácil e rápido possível, não só para você, mas também para todos os moradores e funcionários do condomínio:

Comece pelo trâmite de aprovação

Podem existir diversas interpretações da norma do condomínio para a implementação de um novo sistema de portaria. Sobre a aprovação em assembléia, ela pode ser considerada tanto como uma benfeitoria útil ou serviço, e ser votada por maioria simples, como também uma mudança da convenção condominial, o que exige a aprovação de dois terços dos moradores. Em qualquer um dos casos, a melhor opção é buscar o auxílio de uma consultoria jurídica, para evitar inclusive abrir brechas para contestações no meio do processo.

Convença os condôminos

Para conseguir uma votação favorável na assembléia, em qualquer um dos casos será necessário conversar com os moradores e convencê-los a aprovar a migração. A tarefa  pode ser facilitada pelos ótimos argumentos a favor de uma Portaria Remota:

Ter um serviço de gerenciamento de acesso a distância com redução de gastos: Aplicando a tecnologia em favor da segurança, essa solução reduz em até 60% as despesas da portaria, eliminando a necessidade de funcionários e, consequentemente os encargos e gastos com folha de pagamento.

Ter o controle das entradas e saídas de pessoas no condomínio: Não expor porteiros nos locais de acesso faz esta solução tecnológica minimizar erros no sistema de proteção do prédio. A ameaça à vida dos funcionários da portaria faz com que a maioria das invasões seja pela porta da frente. Além disso, a aplicação da tecnologia se faz presente não só nos controles de portões com sistema anticlonagem; botão de pânico; tags, senhas e biometria para moradores; gravação de áudio e vídeo do interfone e circuito de câmeras; como também nos aplicativos para residentes e chaves virtuais para convidados, aumentando o controle de entrada e saída do condomínio.

Tire dúvidas recorrentes sobre Portaria Remota

Em meio às conversas com os moradores, naturalmente surgirão inúmeras dúvidas e receios a respeito da Portaria Remota. Por isso, iremos responder abaixo os questionamentos mais comuns sobre a nossa solução em portaria. Muitas dessas interrogações ocorrem não só entre condôminos que estão tendo um primeiro contato com a tecnologia, mas também entre novos síndicos e funcionários.

A portaria pode falhar?

Com o monitoramento constante 24 horas por dia, com integração própria de hardware e software, a empresa de segurança tem o total controle sobre o que está acontecendo no condomínio. No caso de eventuais quedas de energia, um nobreak manterá a portaria em funcionamento até o reestabelecimento da energia.

E se a internet cair?

O sistema de portaria da Peter Graber é formado por 2 redes de internet interligadas, com link dedicado full e link redundante ADSL. Ou seja, se um link de internet de uma empresa de telecomunicações cair, automaticamente outro assume a responsabilidade da função.

E se alguém se esquecer de fechar o portão?

A solução de Portaria Remota da Peter Graber conta com o sistema de eclusa social, formado por 2 portões no acesso de entrada e saída de moradores e visitantes. Assim, o segundo portão só poderá ser aberto quando o primeiro for fechado, aumentando o controle dos acessos, e a segurança do condomínio.

O sistema da empresa está integrado com o sistema de alarme e câmeras do condomínio?

Sim, o sistema da Peter Graber tem monitoramento perimetral de alarmes e câmeras, além de alarme de incêndio (quebra vidro), ronda noturna motorizada e ronda virtual pelo circuito interno de câmeras.

Tenha uma solução de qualidade e personalizada

Cada condomínio é único, seja nas particularidades de sua estrutura física, seja nas exigências de seus moradores. Por isso, na hora de avaliar um serviço de Portaria Remota, a principal característica para se atentar é se a empresa oferece um projeto de vigilância 24 horas personalizado para o seu condomínio. Para a construção deste projeto específico, a empresa deve realizar uma avaliação do empreendimento para, entre outras coisas, definir os equipamentos ideais para a instalação e mapear “pontos cegos” a fim de otimizar o monitoramento por vídeo.

Se você ainda está procurando uma empresa que ofereça o melhor sistema de portaria do mercado, com a análise e elaboração do projeto de segurança ideal para o seu condomínio, a Peter Graber disponibiliza para você uma avaliação gratuita com os nossos especialistas para a implementação de nossa solução em Portaria Remota. Entre agora em contato com nossa equipe e aproveite esta incrível oferta!