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Condomínios

5 dicas de como deixar o condomínio seguro para os moradores

Autor: Comentários desativados em 5 dicas de como deixar o condomínio seguro para os moradores

Em busca por um lar mais confortável, protegido e prático, nas grandes e pequenas cidades, o brasileiro tem cada vez mais aderido aos condomínios como forma de  ter uma casa ou apartamento que alie as suas expectativas ao custo-benefício. Dos mais luxuosos, aos mais simples, os moradores querem encontrar um condomínio seguro, bem organizado e agradável para viver, criar seus filhos e conviver em sociedade. 

Assim, a administração condominial possui uma responsabilidade de entregar a essas pessoas um ambiente seguro, alinhado às expectativas dos seus moradores. No texto abaixo, vamos falar um pouco sobre segurança no condomínio e sobre medidas que possam fazer com que os moradores se sintam seguros em suas casas. Confira! 

Como ter um condomínio seguro? 

Atualmente, alguns criminosos têm se especializados em assaltar condomínios, explorando brechas no sistema de segurança, que acontecem principalmente no afrouxamento das diretrizes preventivas. Eles se aproveitam desses descuidos, e usam de algumas estratégias para entrar nos residenciais sem serem percebidos e cometerem seus crimes, causando danos físicos e patrimoniais às vítimas. Portanto, veja a seguir 5 ações de segurança para os planos mais comuns utilizados por quadrilhas especializadas: 

Não permita a entrada de entregadores no condomínio

Uma forma comum de tentativa de roubo ou assaltos a condomínios é fingir que há alguma entrega em um dos apartamentos. Dessa forma, há uma chance de que a sua entrada seja autorizada e, uma vez no residencial, pode fazer cumprir o seu plano. Por isso, é importante que as entregas sejam feitas apenas no portão do condomínio e que o morador vá até o portão para receber a encomenda ou então que seja deixada na portaria, caso não precise de pagamento in loco ou assinatura. 

Cuidado com equipamento defasado 

Portões que não trancam direito, são muito vagarosos para fechar ou, ainda, iluminação insuficiente, câmeras que não funcionam direito, todas essas coisas logo são percebidas por pessoas mal intencionadas e podem ser usadas como brecha  para ataques contra a segurança. Por isso, é importante manter em dia a manutenção dos equipamentos, para garantir um condomínio seguro e não expor ninguém a riscos desnecessários. 

Capacite os profissionais para estarem atentos a qualquer situação inusitada

Não adianta ter equipamentos de última geração sem profissionais treinados para manter o condomínio seguro. Golpistas testam a capacidade de porteiros e guardas, lançando desafios criativos, como colocar de “isca” uma pessoa fingindo passar mal, ou alguém pedindo uma ajuda para consertar o carro ou, ainda, rendendo um morador, para forçar a entrada. Assim, o profissional precisa estar capacitado para saber como agir com cautela em cada uma dessas situações de risco para proteger os moradores do condomínio e sua própria vida da melhor forma. Por isso, invista em capacitação técnica e constante atualização do corpo de funcionários do residencial. 

Envolva os moradores nas ações de segurança

Um condomínio se torna cada vez mais seguro quando todos contribuem nas medidas de proteção, inclusive os moradores. Assim, crie campanhas de conscientização para que os moradores entendam qual a sua parte na busca de um condomínio seguro. Atenção, respeito às regras condominiais e diálogo com a administração e os colaboradores são algumas das dicas que podem ser dadas aos moradores, de acordo, claro, com as necessidades e regras de segurança do seu residencial. 

A contratação de  uma solução integrada de segurança condominial 

Uma solução que tem sido uma das mais usadas nos condomínios brasileiros e que integra vários recursos de segurança é a Portaria Remota. Através da instalação de câmeras em pontos estratégicos do condomínio, portões duplos de eclusa e profissionais capacitados em vigilância atentos ao seu portão 24 horas por dia,  você tem a solução completa para  um verdadeiro condomínio seguro


O Sistema de Portaria Remota permite que qualquer pessoa que queira adentrar ao condomínio seja atendido por uma central remota, que funciona a todo momento, e que possuem câmeras de vários ângulos para ter total visão dos indivíduos, evitando, assim, golpes por rendição de funcionários ou moradores e proporcionando a segurança que os moradores precisam para ter uma boa qualidade de vida. E detalhe: essa solução economiza 60% dos custos condominiais.

Se um condomínio seguro é a prioridade do seu empreendimento ou do seu trabalho como Síndico ou profissional imobiliário, está na hora de pensar em uma solução completa para o seu imóvel. Para isso, fale com os profissionais da Peter Graber, que uma empresa renomada na segurança residencial e comercial, e conheça as vantagens que a Portaria Remota pode trazer ao seu condomínio.

Como tornar seu Condomínio Sustentável e diminuir gastos?

Autor: Comentários desativados em Como tornar seu Condomínio Sustentável e diminuir gastos?

A preocupação com o meio ambiente tem se tornado ainda mais necessária nos últimos anos. Com as mudanças do clima, o desmatamento, a poluição e a extinção de espécies da fauna e da flora, mais países, empresas e comunidades têm se atentado às boas práticas de sustentabilidade para tornar suas operações menos agressivas ao meio ambiente. 

Contudo, você já pensou que há a possibilidade de tornar o local onde você mora mais sustentável? A tendência do condomínio sustentável tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil e no mundo. Se você, Zelador, Síndico ou morador deseja que o seu lar seja mais consciente ecologicamente, temos nesse texto algumas dicas que podem ajudar o seu condomínio a minimizar os danos do ser humano ao planeta Terra. 

O que é um condomínio sustentável? 

Um condomínio sustentável é um conjunto de moradias compartilhadas, comuns em cidades verdes, ou seja, municípios que possuem projetos voltados à sustentabilidade. Esses locais têm a ideia de resolver questões comuns dos grandes conglomerados como energia, transporte público, sistema de água, de forma a ter o mínimo impacto possível no meio ambiente. O resultado disso são cidades com maior qualidade de vida para os seus habitantes, já que problemas de saúde física e mental causados pelos vários tipos de poluição, comuns nas cidades, são diminuídos consideravelmente. Copenhagen e Vancouver são dois exemplos de cidades que estão se adaptando para se tornarem completamente sustentáveis. 

Aqui no Brasil existem algumas iniciativas para tornar os condomínios residenciais, locais mais sustentáveis com ações coletivas simples, mas que impactam de forma positiva o meio ambiente, a saúde dos moradores e também economizam nas taxas de condomínio.
Se, por economia ou preocupação ambiental você tem vontade de implementar algumas ações sustentáveis no seu condomínio, leia esse texto. Trazemos aqui algumas ideias, que podem ser discutidas na sua próxima reunião de condomínio. 

Economize água no condomínio com simples ações

Para economizar água, os condomínios têm feito sistemas de captação da água da chuva. Esses recursos estão cada vez mais práticos e acessíveis no mercado. Essa água pode ser usada em áreas comuns para limpeza, aguar plantas ou outras funções. 

A manutenção preventiva dos sistemas hidráulicos é imprescindível para evitar desperdícios e trocar os hidrômetros coletivos por individuais também é uma opção econômica, que economiza cerca de 17% de água, assim como instalar temporizadores e restritores de vazão em locais de uso comum. 

Economize energia elétrica para diminuir a taxa de condomínio e das residências 

No Brasil, uma grande parte da matriz energética vem dos recursos hídricos, por isso, quando pensamos em economizar energia elétrica, também pensamos em gerir bem a água do país. Por isso, alguns condomínios trocaram os pontos de luz das áreas comuns da moradia para lâmpadas LED, que utilizam de 70% a 80% menos energia elétrica e  instalaram painéis de energia solar. Os telhados verdes, verdadeiras florestas urbanas, além de um belo recurso arquitetônico ameniza a temperatura ambiente e economiza gastos com ar condicionado, por isso, tem sido amplamente usado nos projetos condominiais brasileiros. 

Crie áreas verdes para ter um condomínio sustentável

Por falar em florestas urbanas, as áreas verdes tem sido uma ótima opção para melhorar a qualidade de vida e promover a socialização dos moradores do seu condomínio sustentável. Se o seu residencial tem espaço aproveitável para o plantio de árvores ou de hortas comunitárias, aproveite esses lugares.

Para isso é importante propor essas alterações paisagísticas na reunião do condomínio, além de discutir e prever formas de execução. Residenciais com áreas verdes, além de melhorar a arquitetura do local e a qualidade do meio ambiente, valoriza financeiramente os imóveis para venda e aluguel. 

Crie um plano eficiente de descarte de resíduos para ter um condomínio sustentável

Nós, como seres humanos, a todo momento estamos gerando lixo. O descarte de resíduos precisa ser feito de forma consciente para promover a sustentabilidade no seu condomínio sustentável. Por isso, implantar a coleta seletiva para todas as residências é uma ação simples, mas que pode auxiliar e muito o meio ambiente. Além disso, alguns lugares estão adotando o sistema de compostagem para gerar adubo e fertilizantes. Se a dica anterior em relação a área verde for feita, esse material já poderá ser usado dentro do próprio condomínio. 

Ter um condomínio sustentável é uma maneira não só de contribuir com o meio ambiente, mas também de economizar nas taxas condominiais e nas contas de energia elétrica e de água. Outra maneira de economizar muito nas contas é a Portaria Remota que a Peter Graber oferece. Seu condomínio pode economizar até 60%, além de trazer mais segurança para todos os moradores desfrutarem das áreas verdes do residencial sem preocupação. Para saber mais, acompanhe o site da Peter Graber e saiba mais como unir sustentabilidade e economia para o seu lar.

5 dicas de como evitar a proliferação do coronavírus em condomínios

Autor: Comentários desativados em 5 dicas de como evitar a proliferação do coronavírus em condomínios

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus no Brasil, todos os dias os cidadãos recebem orientações para evitarem exposições supérfluas e permanecerem em casa, se possível, com a intenção de frear a disseminação da doença. Contudo, muitas pessoas moram em um espaço de convivência um pouco mais amplo: os condomínios. Cada vez mais populares devido a segurança, esse tipo de morada, seja composta por casas ou apartamentos, exige medidas preventivas reforçadas para que uma pessoa contaminada não espalhe o coronavírus em condomínios, principalmente através das áreas comuns, como playgrounds, salões de festa, piscinas, academias, churrasqueiras, entre outros. Para evitar isso, a administração do condomínio, juntamente com o síndico, precisam estabelecer novas diretrizes por conta da pandemia e verificar se os moradores estão seguindo-as.

Porém, muitas dúvidas surgem sobre o que os síndicos podem realmente aplicar em seus condomínios e quais as melhores estratégias para o combate ao vírus. Por isso, preparamos este texto para tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!

O que os síndicos podem ou não fazer para combater o coronavírus em condomínios?

Seguindo as orientações de isolamento dos órgãos competentes, muitos síndicos podem pensar ser uma boa ideia proibir a circulação de pessoas. Mas vale lembrar que a administração do condomínio não tem um poder como o policial, e não pode proibir ou limitar o movimento de moradores, estejam eles com sintomas de gripe ou suspeitas de estarem infectados pelo novo vírus. Há diversas situações que o direito de circulação deve ser respeitado, como não proibir a utilização do elevador ou de espaços comuns por suspeitos ou confirmados de infecção pelo coronavírus, nem impedir o acesso de familiares ou prestadores de serviços dos moradores as unidades. Por conta dos síndicos terem pouco poder de veto de movimentação de condôminos, o que o condomínio pode investir é na conscientização dos residentes e pedir bom senso diante da situação atual. Porém, se um morador confirmado para Covid-19 insiste em continuar utilizando a piscina ou a academia por exemplo, advertências e multas podem ser empregadas, e, em último caso, acionamento da Justiça, sob acusação do condômino contrariar a ordem médica e atentar contra a saúde pública. 

Entretanto, antes de tomar medidas judiciais, existem muitas outras atitudes que síndicos podem tomar para ativamente prevenir a contaminação por coronavírus em condomínios. Acompanhe a seguir 5 dicas importantes que você deve aplicar no seu residencial:

Conscientize os moradores

Talvez o principal e mais difícil passo para a adesão total do condomínio ao isolamento social é a conscientização dos moradores. Dar o maior número de informações possíveis sobre os cuidados e práticas que devem ser imediatamente adotadas é o melhor caminho para mostrar comprometimento do condomínio à quarentena e engajar os residentes a fazer o mesmo. Uma dica é confeccionar ou reproduzir materiais informativos com as orientações determinadas pelos órgãos oficiais de saúde para os residentes e distribuir nos principais pontos do residencial, com panfletos nas entradas, em murais de avisos e cartazes em elevadores. São atitudes simples, mas muito eficientes, que podem auxiliar na diminuição de casos e evitar um surto de coronavírus em condomínios.

Instale pontos de álcool em gel para combater o coronavírus em condomínios

Um dos principais itens usados para a higienização das mãos e combate ao Covid-19 é o álcool em gel. E ele, a partir dessa pandemia, deve sim fazer parte do cotidiano do condomínio. Para isso instale pequenos dispositivos de álcool em gel espalhados pelos espaços comuns, como academia, elevador, hall de entrada e outros acessos.

 

Tenha mais cuidado com a limpeza

Um condomínio, em qualquer situação normal, possui diversos locais com movimentação intensa de pessoas e, mesmo durante o isolamento, ainda podem ser áreas com risco de contaminação. Para evitar o pior cenário, oriente e treine o procedimento correto de higienização com a equipe de limpeza, para dedicarem uma atenção especial à desinfecção de corrimões, maçanetas, botões do elevador, áreas de acesso de pessoas e aos brinquedos de uso comum do playground.

Use a norma condominial

Como já foi dito anteriormente, nem a administradora do residencial, nem o síndico têm o poder para prender um morador suspeito ou confirmado da doença em sua casa. Porém, outras atitudes que podem ser aplicadas são advertências e multas. Para isso, verifique se na norma condominial há essa possibilidade partindo da hipótese de que esse morador estaria atuando com má-fé. Aconselha-se então realizar uma reunião, remota preferencialmente, para, de forma coletiva, decidir e deliberar as regras que as advertências e multas devem seguir para serem aplicadas, sempre usando a lei como norte.

Conte com a Portaria Remota

Os progressos tecnológicos tem se mostrado indispensáveis para atravessarmos este momento de isolamento social gerado pelo novo coronavírus. Pensada inicialmente para conter ameaças de assaltos por meio da rendição, muito comuns em portarias convencionais em condomínios, a solução de Portaria Remota tem se mostrado eficaz também neste período de quarentena. O sistema remoto aplicado na Portaria Remota pode evitar a disseminação do coronavírus em condomínios pelo fato de descartar a possibilidade de contato físico dos profissionais da segurança com os moradores, garantindo a proteção dos trabalhadores e dos residentes, sobretudo os idosos e integrantes do grupo de risco de contágio.

O aplicativo para smartphone específico para esse modelo de sistema é outro excelente instrumento que permite síndicos, zeladores e moradores realizarem vários serviços de maneira simples e remota, como por exemplo, a realização de Assembleias Virtuais, acesso a relatórios, documentação, mural de recados, 2ª via de boletos e muitas outras facilidades apenas com o celular em mãos. Além de todas esses recursos, este sistema aumenta o controle dos transeuntes no residencial, diminuindo contágios e tornando o local mais protegido.

Gostou dessas dicas para evitar a proliferação do coronavírus em condomínios e além disso, gostaria de migrar para uma solução de segurança que também promove o isolamento social por meio da tecnologia de ponta? Então você precisa da Portaria Remota da Peter Graber, o melhor sistema de segurança condominial do mercado. Entre em contato com os especialistas da Peter Graber e agende uma avaliação conosco.

Confira as regras e cuidados do playground do condomínio

Autor: Comentários desativados em Confira as regras e cuidados do playground do condomínio

Para que os moradores possam se divertir sem precisar sair de casa, os condomínios apostam em diversas opções de lazer, como academia, piscina, playground infantil, espaço gourmet, entre outros. O playground do condomínio é uma área comum de diversão, normalmente ao ar livre, especificamente criado para crianças e adolescentes estimularem a prática de brincadeiras e atividades corporais. Mas para manter um espaço deste no condomínio, é importante seguir regras e condutas específicas para resguardar os mais vulneráveis a acidentes.

Quer saber mais sobre como instalar um playground em seu residencial, e quais os cuidados que devem ser tomados para garantir a alegria das crianças do condomínio? Então acompanhe este texto até o final e descubra!

O que você precisa saber na hora de instalar um playground no condomínio

Se o seu condomínio ainda não tem um playground infantil, antes de levantar o assunto para votação, é recomendado que o síndico responsável solicite diversos orçamentos. Sempre meça a área em que será construída o playground do condomínio, pois as medidas são essenciais para as cotações das empresas. Profissionais especializados alertam que o espaço do playground deve ser grande o bastante para uma organização planejada, que leve em conta diversos fatores como, por exemplo, a medida para a passagem de um grande número de crianças entre um brinquedo e outro.

Os brinquedos de playgrounds mais comuns são os de plástico com estrutura de metal, devido a sua durabilidade, ou feitos de madeira, por harmonizar com projetos de paisagismo atuais. Na hora de orçar a instalação, boa procedência e segurança precisam ser consideradas. Os equipamentos devem ser fabricados sem a adição de produtos tóxicos, cumprirem as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), além de possuírem certificação dos órgãos fiscalizadores, como o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

Ainda existem outras questões que precisam ser levadas em consideração, não só no processo de instalação do playground, mas também durante o seu uso no condomínio.

Vamos mostrar a seguir, os aspectos essenciais que merecem atenção em seu playground:

Piso especial

Crianças querem correr e pular sem parar, principalmente no playground do condomínio. Por isso, um detalhe especial no projeto é o tipo de chão ideal para evitar incidentes. Invista em opções com amortecimento, como areia, espumas ou gramado sintético.

Rotina de manutenções preventivas no playground do condomínio

Em meio a diversão dos pequenos, que ainda não desenvolveram totalmente suas habilidades de coordenação motora, brinquedos com algum dano por falta de manutenção podem facilmente causar acidentes como quedas, cortes, arranhões ou machucados.

Portanto, além da limpeza periódica, a manutenção cuidadosa da área infantil deve ser incluída na lista de afazeres diários, ou no máximo semanais da administração do condomínio. De modo geral, a vistoria deve ser realizada atenciosamente pelo zelador ou síndico, com o auxílio de um checklist de itens que foram vistoriados e consertados, sendo posteriormente assinado e arquivado pelo responsável. 

Os aspectos de manutenção que precisam ser considerados numa lista de rotina englobam parafusos ou pregos soltos, pequenas quebras, encaixes, chumbamento dos brinquedos, piso muito escorregadio, entre outros. Caso o playground seja com caixa de areia, ela precisará de uma higienização especial contra contaminações de bactérias e fungos, algo essencial para condomínios com muitos animais de estimação.

É sempre bom ter em mente que todo tipo de danificação ou deterioração no playground do condomínio é responsabilidade da administração e cabe ao síndico arcar civil e criminalmente por incidentes gerados por ausência de conservação dos espaços comuns. Em residenciais novos, a responsabilidade pelos equipamentos é de cinco anos. Se algum brinquedo apresentar defeito, o síndico é responsável por substituí-lo ou consertá-lo o mais rápido possível.

Horários específicos para uso

Os sons altos em áreas para crianças podem ser vistos como um problema entre alguns vizinhos. Cada residencial tem a sua própria rotina, por isso é necessário definir um horário para a utilização do playground do condomínio, para que itens que precisam de mais cuidado, como a caixa de areia, possam ser conservados. O período de funcionamento deve ser definido durante reuniões de moradores, sendo escolhido geralmente o horário entre 9h e 20h para a diversão dos pequenos.

Regras visíveis e segurança

Para evitar contratempos no playground, o ideal é que o residencial tenha normas especiais para a utilização dos instrumentos. Poucos conhecem, mas há uma cartilha de regras específicas para a instalação do playground infantil e regulamentação de segurança definidas pela ABNT. Porém, além de regras básicas, como a de que menores de 12 anos não podem usar o playground desacompanhadas de um adulto, é essencial que as regras de uso interno sejam claramente definidas em reuniões no condomínio. A aprovação da norma é feita em assembleia, na presença da grande maioria dos moradores, e deve ser fixada de forma visível no playground.

Essas regras servem basicamente para garantir a segurança das crianças enquanto usam os equipamentos do playground, mas somente elas não são suficientes para evitar acidentes. Uma forma verdadeiramente efetiva de proteger não só os pequenos, mas todos os moradores, é apostar num sistema de monitoramento condominial por câmeras. Além de ser extremamente efetivo contra invasores, a vigilância remota pode identificar descuidos no uso dos equipamentos e desrespeitos à norma do playground, servindo de ferramenta para o síndico corrigir assertivamente o problema. Vale lembrar que nesta fase da pandemia do Covid-19, é importante que o espaço do parquinho fique fechado para evitar aglomerações. 

Gostou de saber tudo sobre a instalação e funcionamento de um playground do condomínio? A Peter Graber sempre traz para você as melhores dicas e soluções para a sua empresa, a sua casa e seu residencial. Então entre em contato, fale com um de nossos especialistas e conheça tudo que a Peter Graber pode te oferecer!

Condômino inadimplente: quais são seus direitos e deveres?

Autor: Comentários desativados em Condômino inadimplente: quais são seus direitos e deveres?

Conviver em comunidade muitas vezes significa encarar alguns desafios de percurso. Em um cenário de crise, diversas pessoas estão sofrendo problemas financeiros ou perdendo seus empregos, e, consequentemente, isso afeta diretamente na pontualidade da quitação das taxas de condomínio. Se você for síndico, lidar com um condômino inadimplente pode ser difícil, pois isso também afeta a vida dos moradores que pagam corretamente. Sendo assim, para te ajudar na resolução desse problema, criamos este texto com tudo que você precisa saber na hora de lidar com a inadimplência em seu condomínio.

Previna a inadimplência condominial

É sempre melhor prevenir do que remediar. Por isso, a primeira dica de como o síndico pode evitar a inadimplência no condomínio é manter as finanças bem organizadas, observando atentamente todas as arrecadações de taxas, sem exceção. O síndico pode adotar a prática de notificar com antecedência os moradores, por e-mail, carta ou outro meio, sobre o vencimento das mensalidades. Quanto mais cedo o síndico identificar o problema, melhor será o controle do tamanho do déficit do morador e mais agilmente se evitará que uma dívida se torne uma bola de neve para o condomínio. É indispensável neste caso que o residencial tenha um fundo de reserva para cobrir as contas numa situação de inadimplência. Este caixa servirá para aliviar os gastos com serviços de emergência e consertos não previstos, sempre lembrando que os valores retirados do fundo precisam ser repostos com prioridade.

Uma forma bastante inovadora de impedir a inadimplência é reduzir a taxa do condomínio através da Portaria Remota. Este tecnológico sistema de segurança, além de ser mais seguro, diminui em até 60% os custos com portaria, valor que pode ajudar o condomínio a reduzir o valor cobrado aos moradores, enquanto melhora a segurança do residencial.

Outro ponto é que a convenção condominial deve conter normas específicas do procedimento em caso de um condômino inadimplente. Se não as contém, a solução é convocar uma reunião de assembleia para definir, junto com os moradores, as penalidades aplicáveis. É essencial que todos determinem e concordem em conjunto com as ações estabelecidas, como o prazo de notificação para inadimplentes, o valor cobrado dos juros pelo atraso, e quando é possível fazer uma cobrança na justiça. Nesse aspecto, é fundamental que o regimento e a convenção condominial sejam analisadas por especialistas para evitar quaisquer ilegalidade contra os direitos dos devedores. A aprovação na reunião de assembléia se dá pela votação de ⅔ dos moradores.

Mas, e se o condomínio já tiver inadimplentes?

Prevenir é essencial, mas se as dívidas já forem uma realidade no condomínio? A não quitação das cotas condominiais geram impactos financeiros em todos os moradores, pois seguranças, funcionários e manutenção são pagos com a verba acumulada e, quando há uma queda de arrecadação, os demais terão que cobrir a falta deixada pelos vizinhos inadimplentes. No primeiro momento, o síndico deve agir rápido, com entendimento das normas e das finanças, empatia, comunicação e persuasão. Agende um encontro, converse amigavelmente com o devedor, tente entender o motivo do atraso no pagamento, qual a condição do condômino e como vocês podem reverter essa situação.

Se o pagamento do condomínio for atrasado, o residente tem, seguindo as normas da convenção do residencial, um prazo de 30, 60 ou até 90 dias para quitar a dívida do mês, com multa de 2%, juros de 1% ao mês e mais o valor da inflação do tempo de atraso.

Como funciona o processo de cobrança judicial?

Se um acordo não for realizado, a saída é tentar resolver a questão no âmbito jurídico. No passado, fazer uma cobrança do condomínio na justiça era extremamente burocrática e levava anos para a sua resolução. Porém, desde 2016, graças ao novo Código de Processo Civil (CPC) o julgamento ocorre de uma maneira muito mais rápida.

Para começar um processo, o condomínio deve atestar a dívida, reunindo atas de assembléias e recibos de atraso, com a ajuda de um advogado. Caso o juiz decida em favor do residencial, o condômino inadimplente condenado no Tribunal de Justiça deverá quitar as dívidas condominiais determinadas pelo juiz no prazo de 3 dias. Se não houver o pagamento, o valor será penhorado da conta bancária do morador e, caso não haja dinheiro no banco, seus patrimônios, como a casa, por exemplo, serão leiloados.

O que o condômino inadimplente pode ou não pode fazer?

Ainda há muitos questionamentos sobre o que o condômino inadimplente pode ou não fazer diante da lei. Por isso, respondemos abaixo três dúvidas comuns entre síndicos e moradores sobre esta situação.

Ele pode participar de assembleia?

Variando de acordo com o que é dito na convenção e no regimento interno do condomínio, o devedor pode ser proibido de integrar as reuniões. Em todo o caso, o condômino inadimplente não pode votar em assembleia geral, conforme determinação do artigo 1.335.

Ele pode usar áreas comuns?

Mesmo sendo uma prática comum, o morador com mensalidades atrasadas não pode ser proibido de utilizar as áreas comuns do residencial, como salão de festas, brinquedoteca, piscina ou elevadores. Ter esse direito negado ao condômino pode fazê-lo mover um processo contra o condomínio.

Ele pode se tornar síndico?

De acordo com o artigo 1.335, apenas os moradores quites têm o direito de votar e deliberar em assembléia. Dessa forma, devedores não podem exercer a função de síndicos, pois eles não poderiam conduzir uma reunião de moradores e muito menos, por choque de interesses, ser autores e réus em uma ação judicial por inadimplência.

Agora que você já sabe como evitar e resolver problemas causados por um condômino inadimplente, que tal tomar a iniciativa de diminuir custos e melhorar a segurança do condomínio fazendo a migração para a Portaria Remota? A solução da Peter Graber conta com os melhores equipamentos e funcionários treinados para atender todos os tipos de residenciais. Gostou? Então entre em contato conosco e conheça mais dos nossos serviços!

Confira 5 vantagens da Assembleia Virtual de condomínio

Autor: Comentários desativados em Confira 5 vantagens da Assembleia Virtual de condomínio

Muitos síndicos sabem que fazer os moradores participarem das assembléias do condomínio não é uma tarefa simples. E com o mundo passando por tempos de reclusão, fazer assembleias presenciais não é uma possibilidade. A saída mais fácil e prática para essa situação é usar o aplicativo da Peter Graber para realizar reuniões e Assembleia Virtual de condomínio. Além disso, o aplicativo oferece outras facilidades para a gestão do condomínio nesta época de cuidados contra o Coronavírus. Quer conhecer todas as possibilidades e vantagens que a assembléia virtual pode trazer para o seu residencial? Então este texto foi feito para você!

Como funciona a Assembleia Virtual de Condomínio?

O desinteresse de uma parcela de moradores e a rotina acelerada do dia a dia costumam esvaziar cada vez mais os encontros, deixando importantes decisões nas mãos de poucos. Isso faz com que em uma grande parcela de condomínios, o modelo atual de assembleias presenciais não funcione. E para resolver todos estes problemas, foi elaborada a assembléia virtual, criada para melhorar a administração e a tomada de decisões do residencial. Para condomínios que já têm a nossa solução de Portaria Remota instalada em suas dependências, se reunir remotamente é muito simples: Os moradores que têm o registro e o acesso no aplicativo podem participar e sugerir votações e debates a qualquer instante, sem precisar estar em um local com data e hora marcada.

Lembrando que, segundo o artigo 1.350 do Código Civil, não há qualquer proibição na lei à implantação de um sistema virtual de assembléias de condomínio. O que pode ocorrer são citações na norma condominial de que os encontros sejam necessariamente presenciais. Caso ocorra esse tipo de proibição na convenção do condomínio, o síndico pode sugerir a mudança do documento, algo que demanda a aprovação de, no mínimo, ⅔ dos residentes.

Agora que você já sabe como essa alternativa digital funciona, confira todos os benefícios da Assembleia Virtual de Condomínio.

Aumento na participação

Talvez a maior vantagem desse tipo de assembléia seja o crescimento considerável de presença dos condôminos. Isso se deve principalmente pela comodidade de interagir com os outros moradores na sua própria casa e a facilidade de comunicação através de um aplicativo no seu smartphone.

Reuniões com mais foco

Vale lembrar que uns dos maiores motivos para a baixa participação dos residentes em assembléias do condomínio são aquelas discussões sobre assuntos fora da pauta, como debates de cunho pessoal, o custo de dinheiro e tempo na organização dos encontros. O síndico aumenta a objetividade e o foco com a assembléia virtual pois, através do aplicativo, os condôminos podem sugerir, debater e votar de forma ordenada e sem conversas desnecessárias.

Melhoria na convivência diária

É bem conhecido que, dentro de um condomínio, os moradores decidam e apliquem as melhores soluções para o coletivo, quando decidido de forma democrática. Logo, se a Assembleia Virtual de Condomínio aumenta a presença e a atuação dos residentes, as deliberações serão mais participativas, gerando menos desentendimentos, boatos e insatisfação entre os condôminos. O resultado final dessa cooperação é uma melhora significativa na convivência diária entre os moradores.

Mais transparência nas decisões

Outra função da Assembleia Virtual de Condomínio que permite a maior concordância e respeito pelas deliberações do coletivo é a disponibilidade integral para os residentes de todas as atas das eleições, debates e contratos. Essa administração condominial mais transparente é feita de uma maneira muito simples: basta o síndico registrar a ata em cartório no fim de cada assembléia e posteriormente adicioná-la no aplicativo.

Muitas outras vantagens incluídas na Assembleia Virtual de Condomínio

A Assembleia Virtual de Condomínio é uma ótima ferramenta de participação condominial dentro de um enorme pacote de vantagens dentro do sistema de Portaria Remota. A solução de segurança da Peter Graber permite comodidade, agilidade e economia em um aplicativo 100% online com atendimento especializado e respeito ao cliente. Se você é síndico, poderá ter acesso a relatórios, cadastro completo do condomínio, leituras de gás e água, além de poder gerir contratos, documentos, manutenções preventivas e muito mais através do celular. Para moradores, o aplicativo para Android e iOS da Peter Graber oferece agendamento de áreas comuns, mural de recados, 2ª via de boletos, previsão de visitas, chave virtual e diversas outras funções na palma da mão.

Ficou interessado em ter a melhor opção de gerenciamento condominial, não só para esta época de confinamento, mas para estabelecer de vez a Portaria Remota em seu prédio ou residencial? Então entre em contato com os especialistas da Peter Graber e conheça mais sobre os benefícios da Assembleia Virtual de condomínio.

 

Como lidar com crianças em condomínios residenciais?

Autor: Comentários desativados em Como lidar com crianças em condomínios residenciais?

Todo mundo que convive com crianças em condomínios residenciais sabe que elas gostam de brincar, gritar, correr e se divertir. Se você mora em um residencial onde vivem muitas crianças, é bem provável que já tenha visto uma roda de brincadeiras não só nos locais de uso comum, mas também em áreas não convencionais dos prédios. Para alguns moradores isso pode ser sinal de alegria, para outros de incômodo, o que pode gerar conflitos, sobretudo para aqueles que não têm filhos.

Por isso, é responsabilidade dos pais determinar, conversar com os pequenos e fazê-los compreender que o condomínio é um lugar que demanda respeito pelo próximo. Este é um ótimo meio para impedir conflitos maiores.

Outra forma de participar ativamente sobre como as crianças irão brincar e se relacionar com o ambiente compartilhado, é integrá-las cada vez mais aos processos que fazem o condomínio funcionar. Além de também tornar as áreas direcionadas para elas mais atrativas e oferecer atividades diferenciadas com a participação de moradores de todas as idades. Se você quer aprender as melhores formas de tornar as brincadeiras e a diversão das crianças seguras e responsáveis, acompanhe esse texto até o final. Temos ótimas dicas para você!

Aprenda algumas dicas para divertir as crianças em condomínios residenciais sem incomodar os vizinhos

Por serem criadas em um espaço seguro e confortável para os pais, muitas crianças que moram em condomínios sentem que podem brincar a qualquer hora e em qualquer lugar. Porém, os pais precisam conscientizar os seus filhos sobre a importância de não incomodar as pessoas, e o respeito às regras e limites. Se você é pai, mãe ou responsável, eduque os pequenos para isso, pois a responsabilidade pelo comportamento de crianças em condomínios residenciais é sua. Este é o primeiro passo para um convívio harmonioso com os seus vizinhos.

Brincadeiras no apartamento

Nem sempre é possível deixar seus filhos saírem para brincar fora do apartamento, o que pode gerar reclamações dos vizinhos de baixo e acima. Uma dica interessante para os pais é usar um tapete emborrachado nos quartos ou onde as crianças costumam brincar mais. Ele diminui o atrito no chão e assim, abafa o barulho no andar abaixo. Carpetes e tapetes comuns também podem ajudar nessa função. Porém, é importante lembrar que mesmo com tapetes é preciso impedir que a criança faça barulho após às dez horas da noite.

Envolva e conscientize

Um jeito legal e divertido de lidar com a rebeldia de algumas crianças em condomínios residenciais e fazê-las entender sobre seus direitos e deveres enquanto moradores é a eleição de um síndico mirim. Este pequeno síndico ajudará no diálogo com as demais crianças, encontrando acordos e entendimentos com a organização do condomínio. Se você não for síndico(a), converse com ele(a) e peça para separar um espaço na agenda para convocar uma eleição. A escolha deste pequeno líder pode ser bastante divertida para as crianças, que criam uma brincadeira com campanha e eleição, além de ser bem simples de realizar. Basta convidar as crianças, levar canetas, papéis, e uma caixa para colocar os votos. A criança escolhida terá contato com o trabalho do síndico e com as dificuldades diárias do condomínio. Isso ajudará ela a conhecer e ter consciência das regras e da organização do residencial de uma maneira leve e divertida.

Crianças de férias

Pequenos acidentes e problemas com barulho costumam aumentar durante as férias escolares, já que as crianças estarão por mais tempo dentro do condomínio, muitas vezes confinadas no apartamento, esperando a volta dos pais do trabalho. Nesta época, cada residencial deve buscar maneiras de entreter as crianças. É possível expandir e equipar a área de lazer, ou usar o salão de festas no decorrer da semana para realizar jogos, oficinas ou atividades diversas, conduzidos pelos próprios jovens ou adolescentes do condomínio. Quando há espaços vazios, uma dica pode ser criar uma biblioteca e/ou brinquedoteca, com doações dos próprios moradores.

Durante as férias, fale com outros pais e responsáveis por crianças do condomínio para marcarem atividades em grupo, como horários na brinquedoteca e jogos na quadra, sempre observadas por um adulto. Outra alternativa cada vez mais frequente em condomínios é contratar profissionais de recreação ou escolinha de esportes para promover atividades para crianças em condomínios residenciais. Nesta época é interessante também os condomínios tornarem flexíveis regras muito rígidas, como proibir andar de bicicleta nas áreas comuns, por exemplo. Converse com o(a) síndico(a) sobre estas possibilidades.

Seja qual for a sua estratégia para entreter as suas crianças durante as férias, lembre-se: zeladores, porteiros e funcionários do condomínio não têm responsabilidade sobre as crianças. Os pais e responsáveis por elas devem responder pelas ações que descumpram  as normas internas do condomínio, além de estarem sujeitos às penalidades.

Segurança para as crianças em condomínios residenciais 

A melhor forma para deixar os pais tranquilos quando seus filhos brincam nos playgrounds e outras áreas comuns, é saber que o condomínio conta com um sistema de segurança confiável. Ter uma portaria eficiente, com circuitos de câmeras e alarmes, gera bem-estar e tranquilidade não só para as crianças em condomínios residenciais, mas para todos os moradores. Se você está procurando uma solução inovadora para segurança condominial, a Portaria Remota da Peter Graber aumenta o controle de quem entra e sai do residencial, e ainda diminui em até 60% os custos de funcionamento da portaria. Entre em contato com os nossos especialistas e faça a migração do seu condomínio para Portaria Remota da Peter Graber!

Animais em condomínio: conheça seus direitos e deveres

Autor: Comentários desativados em Animais em condomínio: conheça seus direitos e deveres

A presença dos animais em condomínio é um assunto que sempre gera diferentes tipos de preocupações e dúvidas. Isso porque não existe uma legislação específica para determinar as regras sobre a convivência com animais. 

Os pets são companheiros inseparáveis de muitas pessoas, representando uma parte importante na vida e na rotina de muitos moradores. Por isso, para muitos a proibição de animais em condomínios verticais ou horizontais pode ser um problema.

Porém, todos possuem direitos e deveres, incluindo os donos de pet que se encontram nessa situação. 

Apesar de ser um assunto complicado, estamos trazendo para você alguns desses direitos e deveres, para que você possa ter um melhor esclarecimento sobre o que pode ou não pode em relação à animais em condomínio.

Animais em condomínio – Pode ou não pode?

A grande maioria dos condomínios possuem regulamentações internas com regras e normas para os condôminos dentro das imediações do ambiente. Antes era comum os condomínios que proibiam a presença de animais.

Mas agora, por causa de precedentes judiciários, um condomínio, seja ele vertical ou horizontal, não pode proibir a presença de animais. 

Essa é uma norma interpretada de forma diferente por diversos tribunais, mas de forma geral, a Constituição Federal (de1988), o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98) e a Lei da Proteção Animal (Decreto 24.645/34) são usados como parâmetros para essa decisão.

Inicialmente a constituição federal garante o direito de propriedade para todos os cidadãos. A constituição argumenta o direito de usar, gozar, usufruir e dispor de seus bens sem a interferência de terceiros. 

Pela lei, os animais são considerados bens móveis e, portanto, se encaixam na constituição. Nenhum terceiro pode interferir na propriedade de um animal, incluindo o condomínio e as suas normas.

Em maio de 2019, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça, o STJ, abriu ainda mais precedentes para a não proibição, com uma moradora do Distrito Federal ganhando o direito de criar uma gatinha em seu apartamento.

Sendo assim, é um direito possuir animais dentro de condomínios, sem limite de quantidade ou porte.

E quando é proibido animais em condomínio? 

Claro que existem regras que devem ser cumpridas e que podem sim causar a proibição de um animal específico. 

De acordo com as regras de convivência comuns e com a própria decisão do STJ sobre animais em condomínio, a proibição só é justificada se o animal representar risco à segurança, à higiene, à saúde e ao sossego dos demais moradores do condomínio.

Ou seja, os animais que causam qualquer tipo de desconforto para os outros moradores podem ser proibidos no ambiente. Seja por causa do barulho de latidos, por causa da sujeira ou mau cheiro causado pelas fezes dos animais ou por riscos de segurança. 

Mas vale lembrar que para justificar a reclamação e proibição é necessário ter provas concretas de que essas violações para a tranquilidade do ambiente estejam acontecendo.

Outros direitos dos donos de animais em condomínios

Além do direito à propriedade, existem outros privilégios para quem tem os animais. Entre eles estão direito de utilizar as áreas comuns com o animal e as vias de entrada tradicionais.

Direito de usar o elevador e entradas do condomínio

A administração do local não pode proibir o uso do elevador ou da entrada principal para os moradores que estejam com os cães no colo ou então em guia curta. 

Nessa questão, a administração do ambiente pode obrigar o uso do elevador de serviço, mas no caso de problema de manutenção ou falta de elevador separado, o social deve ser liberado.

Poder passear nas áreas comuns do condomínio

Todas as áreas comuns onde é possível transitar são também uma área onde o animal pode ser levado. Porém, é necessário sempre estar com uma guia curta para os cães de todos os portes. Não é obrigatório o uso da focinheira, a menos que o animal apresente risco, não seja treinado ou seja de raça de grande porte.

Receber visitantes com animais

Os visitantes que estão com animais de estimação não podem ser barrados. É direito deles entrarem em um ambiente, desde que sigam as normas de visita do local e que o animal não cause nenhum dos problemas citados e relação à proibição.

Deveres dos tutores de animais em condomínio

Assim como os direitos existem também alguns deveres dos moradores de um condomínio para garantir a boa convivência entre todos. Prezar pelo sossego, higiene e segurança do condomínio é o dever básico.

Como discutido sobre a proibição de animais, para garantir esse direito é necessário prezar por esses importantes pontos. Isso quer dizer que você precisa garantir que o animal não faça muito barulho para não atrapalhar a paz dos condôminos.

Já na questão de higiene, é importante sempre limpar os dejetos dos animais nos ambientes comuns do local. Dentro da estadia do morador, a limpeza também precisa ser bem-feita, já que o mau cheiro também é um risco de saúde e problema de higiene.

Quando a questão é segurança, é fundamental ter cachorros adestrados e tomar muito cuidado com a possibilidade de mordidas. Sempre conduzir o cão com guia curta é fundamental.

Já na questão dos gatos é importante não os deixar fugir, sempre telando as janelas. O animal que invade a unidade dos vizinhos está criando transtornos e está correndo riscos.Essas são as regras em relação a animais em condomínio! Quer continuar por dentro de tudo sobre condomínios e segurança? Continue acompanhando o nosso blog! E para saber como manter o seu condomínio em segurança, com praticidade e eficiência, entre em contato com os especialistas da Peter Graber.

O que é coleta seletiva e por que é importante para seu condomínio?

Autor: Comentários desativados em O que é coleta seletiva e por que é importante para seu condomínio?

A necessidade de agir de maneira mais sustentável para provocar um impacto positivo é urgente. Por isso, ações comuns mas que apresentam um efeito grandioso é o provocado pela coleta seletiva, principalmente em condomínios. Afinal, a gestão de resíduos daquele grupo, na maioria das vezes, volumoso é essencial para preservar o meio ambiente.

Mas você sabe como funciona, de fato, a coleta seletiva, qual seu impacto e como você pode colaborar com este serviço tão essencial? Então continue lendo o material completo que produzimos para tirar todas as suas dúvidas.

Vamos lá?

Coleta seletiva: afinal, o que é isto?

A coleta seletiva trata-se de um processo de separação e coleta de resíduos, de acordo com a natureza deste, de forma prévia, pelos condôminos. Estes resíduos são separados em recicláveis, ou seja, metal, papel, papelão, plástico entre outros e também os rejeitos ou orgânicos, que não são recicláveis.

Provavelmente você já sabe disso, mas porque este tema é tão importante? Bem, para a coleta seletiva funcionar, é preciso que estes materiais residuais sejam separados ainda dentro das casas ou apartamentos. E este é o maior desafio.

Mas por que a coleta seletiva é importante em condomínios?

A importância de separar o lixo você já sabe, mas porque esse tipo de iniciativa é tão essencial em condomínios, mesmo que de casas ou até comerciais? Primeiramente, é importante ressaltar que mais de 200 mil toneladas de lixo são geradas diariamente no país. Isto representa, em média, 1 kg por pessoa todos os dias. Além desses números impressionantes, saiba que de 30 a 40% desse total poderia ser reciclado, mas na realidade apenas 13% acabam indo para os processos e centros de reciclagem.

A partir daí é possível visualizar a quantidade de lixo produzida diariamente em condomínios, independente da sua natureza. O que se torna um problema e, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade de contribuir com o meio ambiente. Para além dos benefícios óbvios, como preservação da natureza e redução de resíduos, outro ponto que merece atenção é de que esse tipo de processo pode gerar até mesmo um alívio no bolso. Dependendo da estrutura e demanda é possível negociar descontos nas taxas de coleta de resíduos junto à prefeitura, basta organizar uma assembleia de condomínio e delegar esta tarefa. 

Coleta seletiva: o que você precisa saber e como contribuir

Separe o lixo orgânico

Na hora de jogar restos de alimentos, vegetais, frutas e semelhantes lembre-se de que este é o lixo orgânico e que deve ter um destino próprio na coleta seletiva. O ideal é até mesmo investir em embalagens próprias para o descarte deste tipo de resíduo, como plástico verde ou de amido.

Separe o lixo reciclável

O lixo reciclável é o papel, papelão, vidro, alguns tipos de plástico e alumínio. O primeiro passo é a higienização desse lixo, para que ao longo do processo ele não acaba sendo contaminado por fungos ou bactérias. É importante ainda levá-lo depois de seco ao local de descarte. Lembre-se também de não amassar o papel, pois quanto mais intacto ele estiver, maior é o seu valor para a reciclagem.

 

E o restante dos materiais?

Existem ainda duas classificações: aquelas com lixo não reciclável e o lixo perigoso. Os materiais não recicláveis são os papéis parafinados, plastificados, carbono e também adesivos, etiquetas, espelhos, fotografias, esponjas de aço ou de lavar louças. Nestes casos, o ideal é buscar alternativas para reutilização desses itens. 

Já no caso do lixo perigoso é preciso ter atenção. Esses materiais apresentam risco para a saúde e ao meio ambiente devido a propriedades como ser inflamável, corrosivo, ser reativo quimicamente ou necessitar de tratamentos especiais. São eles: restos de tinta, resíduo hospitalar, produtos químicos, lâmpadas fluorescentes, pilhas, baterias, etc. Há postos de coleta os quais recebem estes itens, procure por eles na sua cidade.

Pronto para separar o seu lixo corretamente a partir de agora? Então confira, por fim, a legenda das lixeiras para que você possa contribuir com a coleta seletiva do seu condomínio da maneira certa:

 

  • Amarelo – Metal em geral
  • Azul – Papel; papelão
  • Branco – Resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde
  • Cinza – Resíduo geral não reciclável ou misto, ou contaminado não passível de separação
  • Laranja – Resíduos perigosos
  • Marrom – Resíduos orgânicos
  • Preto – Madeira 
  • Roxo – Resíduos radioativos
  • Verde – Vidro
  • Vermelho – Plástico

 

Quer saber mais sobre como tornar o seu condomínio um local mais seguro? Entre em contato com os especialistas Peter Graber e encontre as soluções certas.

5 dicas de como você pode organizar a assembleia de condomínio

Autor: Comentários desativados em 5 dicas de como você pode organizar a assembleia de condomínio

Só de ouvir falar em assembleia de condomínio você já sente um desconforto? Esse compromisso tão essencial entre a comunidade que divide aquele espaço acabou assumindo um papel de vilão ao longo do tempo, porém de forma totalmente injusta. Esses encontros são essenciais para garantir a harmonia, realizar melhorias e tornar a convivência de todos sempre melhor.

Porém, se você é síndico, sabe que é muito difícil conseguir engajar e conquistar a atenção dos condôminos. Essa má fama, de ser um local de confusões e brigas, afasta as pessoas e impede uma série de resoluções que precisam ser tomadas.

Por isso, organizamos 5 dicas de como você pode organizar a assembleia de condomínio de uma forma saudável e que realmente possa agregar na vida dos presentes. Falaremos, a seguir, sobre como criar um espaço no qual as pessoas realmente queiram ir e possam crescer juntas.

Vamos lá?

O que é e como fazer uma boa assembleia de condomínio?

Uma assembleia de condomínio é uma reunião convocada pelo síndico, para reunir todos os moradores e, juntos, discutirem e tomarem decisões. É a hora de falar sobre o espaço em comum, sobre o que e como pode melhorar, contabilidade, eleições e mudanças no geral.

Logo, é um momento extremamente importante, pois as decisões ali tomadas afetam a vida de todos. Existem muitas regras tal uma sessão no Congresso Nacional, por exemplo, incluindo necessidade mínima de presentes e regras para que não se tomem decisões ilegais. Porém, as assembleias são facultativas e seguem sendo um desafio para os organizadores.

Veja como engajar melhor seus condôminos nesse momento tão importante!

1# Tenha uma pauta clara e objetiva para a assembleia de condomínio

Normalmente as pessoas são bastante resistentes com reuniões. Afinal, na maioria delas muito se fala e pouco se faz. Por isso, uma forma de combater este pensamento é compartilhando uma pauta clara e objetiva aos seus condôminos. Mostre a eles o que será discutido. Não é apenas uma assembleia de condomínio. É uma assembleia de condomínio para definir o novo sistema de segurança, por exemplo. Ou para trazer ideias de como tornar este espaço mais sustentável.

Além disso, lembre-se de que esta reunião é regida por um conjunto de regras e é obrigatório ter a pauta definida e publicada na hora da convocação. A sugestão é que sejam no máximo 4 temas e que cada um deles não tomem mais de 30 minutos.

2# Sem protocolo não há assembleia de condomínio

Outro fator que afasta as pessoas de uma assembleia de condomínio é a ideia de que este ambiente é desorganizado, cheio de confusões e brigas. Por isso, é seu papel enquanto síndico definir um protocolo rigoroso para fazer a reunião andar de forma civilizada e respeitosa.

Existem alguns pontos que podem ajudar como:

-Crie uma lista de inscritos para ter o direito a fala;

-Não permitir, de forma alguma, que alguém seja interrompido enquanto fala;

-Solicitar celulares desligados ou no silencioso;

-Definir um tempo de fala máximo.

3# O ambiente diz muito

As pessoas sofrem com suas rotinas corridas e não querem mais um compromisso chato e que só irá tomar tempo. Por isso, muitas vezes, acabam fugindo das assembleias de condomínio. Porém, você, enquanto síndico, pode mudar isto.

Já pensou em combinar essa assembleia em local externo ao do condomínio? Ou, de repente, organizar a sala de uma maneira diferente, com as cadeiras em círculo, bons petiscos e um convite a relaxarem.

4# Faça a convocação com antecedência

Outra forma de engajar pessoas na sua assembleia de condomínio é divulgando com antecedência a data. Parece algo básico, mas é preciso reforçar, considerando que algo de última hora ou sem a devida divulgação, acabe sendo considerado ilegal. Quando isto ocorre, nenhuma deliberação pode ser levada adiante.

Além desse ponto, a questão é que as pessoas precisam se organizar para estarem presentes. Por isso, convocar com antecedência e mais: divulgar. Faça avisos, visite os apartamentos ou mande nos grupos de relacionamento online, caso existam, fale sobre a importância daquele encontro e como todos podem crescer juntos a partir das decisões certas.

5# Nunca perca o foco na assembleia de condomínio

Por fim, a maior dica para que as pessoas não dispersem durante a assembleia é saber conduzir a pauta e não perder o foco. O que isso significa? Bem, todo grande grupo de pessoas reunidas tende a discutir assuntos paralelos e muitas vezes eles podem desfocar toda reunião. Ou, mesmo na fala central, outros pontos surgirem e, então, acabe-se por perder o foco.

Saber conduzir é conseguir interromper e manter a ordem quando as pessoas estão desrespeitando umas às outras. A tarefa não é simples, porém é necessária para passar seriedade e fazer com que todos sigam frequentando as reuniões.

Com estas dicas você está mais preparado para organizar uma assembleia de condomínio que realmente tenha engajamento. E lembre-se: para as pautas de segurança, não deixe de

entrar em contato para que os especialistas da Peter Graber possam ajudar o seu condomínio da melhor maneira possível.