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Confira as regras e cuidados do playground do condomínio

Autor: Comentários desativados em Confira as regras e cuidados do playground do condomínio

Para que os moradores possam se divertir sem precisar sair de casa, os condomínios apostam em diversas opções de lazer, como academia, piscina, playground infantil, espaço gourmet, entre outros. O playground do condomínio é uma área comum de diversão, normalmente ao ar livre, especificamente criado para crianças e adolescentes estimularem a prática de brincadeiras e atividades corporais. Mas para manter um espaço deste no condomínio, é importante seguir regras e condutas específicas para resguardar os mais vulneráveis a acidentes.

Quer saber mais sobre como instalar um playground em seu residencial, e quais os cuidados que devem ser tomados para garantir a alegria das crianças do condomínio? Então acompanhe este texto até o final e descubra!

O que você precisa saber na hora de instalar um playground no condomínio

Se o seu condomínio ainda não tem um playground infantil, antes de levantar o assunto para votação, é recomendado que o síndico responsável solicite diversos orçamentos. Sempre meça a área em que será construída o playground do condomínio, pois as medidas são essenciais para as cotações das empresas. Profissionais especializados alertam que o espaço do playground deve ser grande o bastante para uma organização planejada, que leve em conta diversos fatores como, por exemplo, a medida para a passagem de um grande número de crianças entre um brinquedo e outro.

Os brinquedos de playgrounds mais comuns são os de plástico com estrutura de metal, devido a sua durabilidade, ou feitos de madeira, por harmonizar com projetos de paisagismo atuais. Na hora de orçar a instalação, boa procedência e segurança precisam ser consideradas. Os equipamentos devem ser fabricados sem a adição de produtos tóxicos, cumprirem as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), além de possuírem certificação dos órgãos fiscalizadores, como o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

Ainda existem outras questões que precisam ser levadas em consideração, não só no processo de instalação do playground, mas também durante o seu uso no condomínio.

Vamos mostrar a seguir, os aspectos essenciais que merecem atenção em seu playground:

Piso especial

Crianças querem correr e pular sem parar, principalmente no playground do condomínio. Por isso, um detalhe especial no projeto é o tipo de chão ideal para evitar incidentes. Invista em opções com amortecimento, como areia, espumas ou gramado sintético.

Rotina de manutenções preventivas no playground do condomínio

Em meio a diversão dos pequenos, que ainda não desenvolveram totalmente suas habilidades de coordenação motora, brinquedos com algum dano por falta de manutenção podem facilmente causar acidentes como quedas, cortes, arranhões ou machucados.

Portanto, além da limpeza periódica, a manutenção cuidadosa da área infantil deve ser incluída na lista de afazeres diários, ou no máximo semanais da administração do condomínio. De modo geral, a vistoria deve ser realizada atenciosamente pelo zelador ou síndico, com o auxílio de um checklist de itens que foram vistoriados e consertados, sendo posteriormente assinado e arquivado pelo responsável. 

Os aspectos de manutenção que precisam ser considerados numa lista de rotina englobam parafusos ou pregos soltos, pequenas quebras, encaixes, chumbamento dos brinquedos, piso muito escorregadio, entre outros. Caso o playground seja com caixa de areia, ela precisará de uma higienização especial contra contaminações de bactérias e fungos, algo essencial para condomínios com muitos animais de estimação.

É sempre bom ter em mente que todo tipo de danificação ou deterioração no playground do condomínio é responsabilidade da administração e cabe ao síndico arcar civil e criminalmente por incidentes gerados por ausência de conservação dos espaços comuns. Em residenciais novos, a responsabilidade pelos equipamentos é de cinco anos. Se algum brinquedo apresentar defeito, o síndico é responsável por substituí-lo ou consertá-lo o mais rápido possível.

Horários específicos para uso

Os sons altos em áreas para crianças podem ser vistos como um problema entre alguns vizinhos. Cada residencial tem a sua própria rotina, por isso é necessário definir um horário para a utilização do playground do condomínio, para que itens que precisam de mais cuidado, como a caixa de areia, possam ser conservados. O período de funcionamento deve ser definido durante reuniões de moradores, sendo escolhido geralmente o horário entre 9h e 20h para a diversão dos pequenos.

Regras visíveis e segurança

Para evitar contratempos no playground, o ideal é que o residencial tenha normas especiais para a utilização dos instrumentos. Poucos conhecem, mas há uma cartilha de regras específicas para a instalação do playground infantil e regulamentação de segurança definidas pela ABNT. Porém, além de regras básicas, como a de que menores de 12 anos não podem usar o playground desacompanhadas de um adulto, é essencial que as regras de uso interno sejam claramente definidas em reuniões no condomínio. A aprovação da norma é feita em assembleia, na presença da grande maioria dos moradores, e deve ser fixada de forma visível no playground.

Essas regras servem basicamente para garantir a segurança das crianças enquanto usam os equipamentos do playground, mas somente elas não são suficientes para evitar acidentes. Uma forma verdadeiramente efetiva de proteger não só os pequenos, mas todos os moradores, é apostar num sistema de monitoramento condominial por câmeras. Além de ser extremamente efetivo contra invasores, a vigilância remota pode identificar descuidos no uso dos equipamentos e desrespeitos à norma do playground, servindo de ferramenta para o síndico corrigir assertivamente o problema. Vale lembrar que nesta fase da pandemia do Covid-19, é importante que o espaço do parquinho fique fechado para evitar aglomerações. 

Gostou de saber tudo sobre a instalação e funcionamento de um playground do condomínio? A Peter Graber sempre traz para você as melhores dicas e soluções para a sua empresa, a sua casa e seu residencial. Então entre em contato, fale com um de nossos especialistas e conheça tudo que a Peter Graber pode te oferecer!

7 Dicas para usar a garagem do condomínio sem atritos com moradores

Autor: Comentários desativados em 7 Dicas para usar a garagem do condomínio sem atritos com moradores

A vaga na garagem do condomínio é um dos espaços mais usados pelos moradores, o que o torna também um dos maiores motivos para conflitos entre vizinhos. Por isso, preparamos este artigo para, não só esclarecer os tipos de vagas que podem existir no condomínio e suas regras de uso, mas também dar dicas para moradores e síndicos de soluções para diversas situações na garagem que podem gerar discórdias entre moradores. Acompanhe!

Tipos de vagas na garagem do condomínio

Antes de tudo, é preciso entender os diversos tipos de vagas que podem existir em um condomínio, e quais são as regras específicas que cada uma deve seguir. O Código Civil define 3 tipos de vagas: 

Vaga Autônoma é privada e propriedade individual do morador, pois possui uma matrícula própria no Cartório de Registro de Imóveis. Pode ser vendida separada da unidade, se a convenção do condomínio permitir.

Vaga Vinculada também é propriedade privada e individual do condômino, mas não pode ser vendida separadamente ao imóvel, já que não possui matrícula própria.

Vaga Comum faz parte da área comum do condomínio e os moradores têm apenas o seu direito de uso. Não é propriedade de nenhum condômino, logo não pode ser vendida e seu uso deve seguir as normas internas do residencial.

É muito importante e dever do futuro morador se informar sobre o funcionamento da garagem do condomínio antes de comprar o imóvel, pois, após realizada a compra, será muito difícil reclamar de algo caso a vaga não seja do seu agrado.

Regras para o uso das garagens são essenciais

Se as leis internas do condomínio não abrangem as vagas da garagem, é necessário convocar uma reunião de assembleia para formular essas normas. Lembrando que elas deverão ter por base a realidade do residencial e o bom senso, e só poderão ser aprovadas com o voto da maioria, com o quórum de dois terços dos moradores.

Tendo isso em mente, acompanhe 7 dicas de como resolver alguns problemas bem comuns na garagem do condomínio e como definir regras para evitá-los.

Defina de quem são as vagas

Existem vários métodos para definir o uso das vagas comuns do condomínio. Se o número de vagas for igual a quantidade de moradores com automóvel, pode-se realizar um sorteio para definir o usuário de cada um dos espaços, sendo possível também realizar um rodízio periódico dos lugares. Neste caso é importante o síndico conceber vagas de fácil acesso a moradores com deficiências físicas ou idosos, pois, mesmo que essa prática seja opcional, garante o bem-estar entre a comunidade. Além do sorteio, há residenciais em que o condômino estaciona na vaga que estiver livre no momento, sem predeterminação.

Porém, se o número de vagas for menor do que o número de carros do condomínio, a convenção poderá determinar que o uso será livre enquanto houver vagas disponíveis, sempre considerando que esse critério deve ser justo e respeitar o direito igual de todos os moradores sobre as áreas comuns.

E se o carro for maior que a vaga?

Atualmente no mercado, existem diversas opções de carros grandes e caminhonetes. E como as medidas das vagas de garagem do condomínio são padronizadas, é dever do morador conhecer a área antes de se mudar. Sendo assim, a responsabilidade por ultrapassar os limites da vaga é do proprietário do automóvel, por usar indevidamente uma área que usualmente serve para manobra e passagem de outros veículos. Logo, se um carro não cabe no espaço, ele não deve ficar na garagem.

Evite confusões com vagas presas

Uma situação incômoda, mas bem comum em condomínios mais antigos, são as chamadas vagas presas. Um cenário que vem se revertendo em edificações atuais, pois a legislação da maioria das cidades já proíbe as construtoras de projetar esses vagas para moradores diferentes. Porém, se este não é o caso do seu condomínio, pedir para o vizinho retirar o carro todas as vezes que você precisar entrar ou sair da garagem não é a melhor opção. Algumas medidas que podem resolver o problema incluem deixar o veículo solto para permitir ser empurrado, ou deixar uma chave reserva do carro para o vizinho de vaga. Uma solução mais confortável pode ser incluir um manobrista na garagem do condomínio.

Não estacione na vaga de outro

Embora seja lógico que cada morador deve estacionar na sua vaga, há aqueles que insistem em parar no espaço alheio. Neste caso, o síndico deve conversar com o infrator e, caso a atitude continue, é necessário aplicar as advertências e multas definidas na norma, para a prática não se tornar comum. Se convidados de um morador estacionam na vaga de outros condôminos, o mesmo procedimento deve ser feito. É interessante também realizar campanhas, com recados no quadro de avisos e cartazes para esclarecimento. Outra forma de resolver de vez o problema, é usar o grupo de Whatsapp do residencial para a “reserva” de vagas entre os condôminos. Quando alguém pretende viajar, avisa no grupo e coloca sua vaga à disposição para moradores que receberão visitas no condomínio.

Posso estacionar motos e bicicletas na vaga?

O estacionamento de motos é permitido, desde que respeitando as demarcações da vaga.  O mesmo vale para residenciais que permitem a permanência de bicicletas na área de carros. Porém, se a prática não for permitida no condomínio, pode-se avaliar em assembleia a possibilidade de demarcação de vagas para motos e também a instalação de um bicicletário.

Não transforme sua vaga em um depósito

Vagas na garagem devem ser usadas apenas para guardar automóveis. O síndico não deve permitir que moradores utilizem a garagem como depósito, pois essa prática prejudica a higiene de toda a área, pode expor crianças a itens perigosos e, se houver algum acidente, o residencial pode ser processado por negligência. Neste caso o síndico deve aplicar rapidamente as medidas previstas na convenção do condomínio, como advertências e multas. Se muitos moradores sentirem a necessidade de espaço para armazenar materiais, pode ser interessante o condomínio instalar os chamados “home box”, áreas separadas das unidades para guardar objetos.

E se houver danos aos carros na garagem?

Segundo a lei, o condomínio só é responsabilizado por danos aos veículos na garagem se há um funcionário responsável pela segurança do local. Fora isso, nem a existência de um sistema de vigilância com câmeras e alarmes torna o residencial responsável. Caso o dano, como uma batida ou arranhão, for causado por outro morador, o síndico deve mediar a resolução do problema seguido as normas do condomínio, sem arcar de forma alguma com os eventuais custos da oficina mecânica.

Gostou dessas dicas sobre a garagem do condomínio? Como você pode ver, o síndico é uma figura central para a prevenção e resolução da maioria dos problemas que podem ocorrer no seu residencial. Você pode até pensar em se tornar um síndico profissional, não só do seu, mas de outros condomínios. Por isso, conte sempre com as informações e serviços para condomínios da Peter Graber. Entre em contatos com os nossos especialistas e saiba mais!

7 dicas de como se tornar um Zelador profissional

Autor: Comentários desativados em 7 dicas de como se tornar um Zelador profissional

No dia 11/02 comemoramos o dia do Zelador. Muitas pessoas gostariam de ser zeladores de seus condomínios, mas geralmente não sabem como fazer e por onde começar. Para comemorar o dia do Zelador, vamos dar 7 dicas e orientações de como se tornar um Zelador profissional.

O que eu preciso para me tornar um zelador profissional?

 

#Formação escolar

O mínimo necessário de formação é o Ensino Médio completo. Mas se você almeja salários mais elevados, alguns grandes condomínios como, por exemplo, condomínios-clube e comerciais, podem exigir o Ensino Superior.

#Cursos

Você terá uma boa chance de se tornar um Zelador profissional capacitando-se em um curso de Zelador, tendo como exemplo as aulas gratuitas oferecidas por diversas instituições. É importante também, se atualizar quanto às novas tecnologias nos itens de manutenção do condomínio, pois essa é uma área de grande investimento e implementação das incorporadoras, o que justifica uma especialização contínua.

#Quais são as atribuições legais de um Zelador Profissional?

As atribuições legais costumam permanecer constantes entre as diversas regiões do Brasil. Citando o caso de São Paulo, determina-se que:

– O Zelador deve ter contato direto com a administração do edifício/ condomínio e agir como preposto do síndico ou da administradora credenciada; 

– Transmitir as ordens emanadas dos seus superiores hierárquicos e fiscalizar o seu cumprimento; 

Fiscalizar as áreas de uso comum dos condôminos ou inquilinos,

– Verificar o funcionamento das instalações elétricas e hidráulicas do edifício, assim como os aparelhos de uso comum, além de zelar pelo sossego e pela observância da disciplina no edifício, de acordo com o seu regimento interno ou com as normas afixadas na portaria e nos corredores.

Falando um pouco sobre a jornada de trabalho, o período costuma ser de 44 horas semanais, de segunda a sexta-feira ou de segunda a sábado.

#O trabalho no cotidiano de um Zelador Profissional

Um Zelador profissional deve expressar no seu trabalho cotidiano características e habilidades próprias da função, como ter iniciativa na hora de prever problemas, organização e planejamento para lidar com os funcionários e a demanda de todo o condomínio. É importante também ter conhecimento em manutenção elétrica e hidráulica, saber orientar sobre prevenção e combate a incêndios e ter clareza sobre procedimentos básicos de segurança. Estar atento às alterações das regras condominiais, verificar a eficiência da limpeza geral, além de ter noções de atendimento aos moradores e suas visitas. Tenha esses objetivos em mente durante a realização do seu trabalho no dia-a-dia, e você com certeza terá as qualidades de um ótimo profissional.

#Funcionários

O Zelador tem uma importante relação com os outros funcionários do condomínio. É ele que controla os horários de entrada e saída dos demais empregados e é responsável pelos cartões de ponto. Confere ao Zelador também, atribuir as tarefas diárias de limpeza e faxina do condomínio, providenciar os materiais necessários para as suas realizações, além de supervisionar o andamento do serviço de todos os funcionários.

Ou seja, para ser excelente profissional da zeladoria, você deve ser um modelo de postura e responsabilidade com o trabalho para os outros empregados e preservar uma conduta política com os demais colegas.

#Moradores

Na posição de Zelador profissional do condomínio, todos os moradores terão você como referência para a busca de soluções e resoluções de muitas ocorrências no dia-a-dia. Por isso, é preciso ter muita atenção e envolvimento durante o seu trabalho junto aos moradores, como por exemplo sempre ter em mãos recursos para resolver os seus problemas, seja para contactar algum número de emergência ou para orientar quanto a pequenos consertos nas áreas comuns. Para isso, você sempre deve tomar como parâmetro as indicações do Síndico e o que for decidido nas assembleias, respeitando as leis condominiais.

Além do contato constante com os moradores, o zelador também deve zelar por qualquer visitante que entre no condomínio, orientando e informando o que for necessário. Por esse motivo, você não deve se ocupar completamente com nenhum morador, pois poderá comprometer as outras atividades do seu cronograma de trabalho, que deve ser mantido continuamente.

#Sobre ser Zelador Profisssional em condomínio com Portaria Remota

Em todo o Brasil, o serviço de Portaria Remota vem tomando espaço, e com ela, o condomínio passa a precisar de menos empregados na equipe, o que acaba preocupando muitos Zeladores. Se você, como Zelador profissional se preparar para o desafio que é zelar um condomínio com esse sistema, terá um conhecimento diversificado e um currículo com uma experiência que poderá elevá-lo para outras atividades com melhor remuneração.

Se você quer se preparar para alcançar novos patamares em sua carreira de Zelador profissional,  não se esqueça de seguir todas as nossas dicas, pois assim você se tornará um Zelador respeitado pelos seus empregados e lembrado pelos seus moradores. E para saber saber mais sobre os serviços oferecidos pela Peter Graber fale com um de nossos profissionais. 

Você sabe como se tornar um Síndico Profissional?

Autor: Comentários desativados em Você sabe como se tornar um Síndico Profissional?

Os condomínios estão se tornando uma forma cada vez mais comum de moradia, tanto nas cidades pequenas quanto nas grandes. Todos os condomínios possuem algo em comum: o Síndico. E em alguns casos eles podem até contar com um Síndico Profissional.

A função de Síndico não é algo desconhecido, ele é responsável por garantir a administração adequada de todo o condomínio, desde as contas e prestações de serviços até possíveis problemas com os moradores.

Essa função é importante porque está diretamente ligada à segurança de todos os condôminos e da parte estrutural do imóvel. Esse é um papel tão crucial que existe até mesmo quem se especializa e se profissionaliza na sindicatura.

O que faz um Síndico Profissional?

Geralmente o Síndico é um dos moradores do condomínio que, através de uma eleição, se torna o administrador do prédio.

Existe um salário para cumprir essas funções ou então uma isenção de taxas. Porém, existem também os Síndicos profissionais que são especializados nessa profissão. Eles são contratados e nem sempre moram no condomínio.

Alguns profissionais da área até mesmo atuam em mais de um ambiente ao mesmo tempo, administrando vários condomínios alternadamente.

Ao contrário do síndico morador, o profissional atua como um contrato terceirizado, na grande maioria das vezes como MEI (Microempreendedor Individual). A escolha do profissional também deve ser feita em assembleia entre os moradores.

Por isso, para se tornar síndico é preciso ficar de olho na abertura de vagas em condomínios. Isso acontece de forma espontânea entre os moradores, caso não haja um Síndico ou então no final do mandato do atual administrador do prédio.

Um morador interessado em assumir o cargo deve sempre ficar de olho nas reuniões e nas pautas internas para descobrir quando abrirá uma vaga

Mas é importante lembrar que ser um Síndico profissional traz muitas responsabilidades e exige muito estudo.

Para se tornar um profissional nesse segmento, é preciso adquirir algumas habilidades para garantir a administração efetiva de um condomínio.

Como se tornar um Síndico Profissional

Como em qualquer outra profissão, a primeira coisa que você precisa fazer é se capacitar. Independente se você é um morador que quer disputar uma vaga aberta pelo seu condomínio ou se você quer atuar profissionalmente na área.

#Busque por cursos de capacitação

Existem vários cursos que ensinam e capacitam sobre as muitas facetas de se tornar um síndico. Pode até não parecer, mas existem muitas disciplinas que um Síndico precisa saber.

A administração e contabilidade são algumas das matérias básicas que os profissionais da área precisam dominar. Além disso, é essencial ter um conhecimento básico de hidráulica e de elétrica, para poder identificar defeitos e contratar os profissionais adequados.

Também é importante ter conhecimento sobre as leis que se aplicam aos condomínios e às relações entre moradores e administração.

Ir atrás dessa capacitação é fundamental para quem quer ser um bom Síndico e é o pilar principal para quem quer ser um profissional.

# Adquira experiência

Para aqueles que vão ser Síndicos de locais onde não moram, a experiência na área faz muita diferença. Garantir a sindicatura de outros lugares, mesmo que sejam de pequeno porte, enriquecem o seu conhecimento e o seu currículo, dando mais chance de ser contratado para a função.

Além disso, apesar dos cursos e aprendizado, muita coisa só aprendemos na prática. Portanto, adquirir experiências reais sobre a função também vai ajudar muito na hora de solucionar problemas.

# Tenha uma boa comunicação

No fim das contas, uma das principais características de um Síndico é a boa comunicação, já que ele tem que estar sempre entre os moradores e os possíveis problemas. Além de ajudar na profissão, a boa comunicação será fundamental na hora de garantir uma vaga em um condomínio.

# Conheça bem o condomínio

Para ser um bom administrador de um ambiente, um dos pontos principais é o conhecimento que você precisa ter sobre o local. Para ser um bom Síndico profissional é fundamental que você saiba sobre as instalações do imóvel, além das regras internas.

Dessa maneira é possível garantir que você estará apto para resolver qualquer tipo de problema com o patrimônio ou com os moradores com agilidade e precisão.

Também é preciso ter um bom acompanhamento da manutenção do local para que você garanta a tranquilidade de todos os moradores.

Com essas habilidades e conhecimentos, você garante uma administração muito mais eficiente, além de poder se tornar um profissional no segmento.

Quer saber como se tornar um Síndico profissional cada vez melhor? Entre em contato com os especialistas da Peter Graber e conheça todas as nossas soluções.